Metrô e CPTM conseguem liminares para operação em “greve geral”, diz STM
Publicado em: 11 de junho de 2019
Secretaria de Transportes Metropolitanos considera paralisação “ideológica” e que vai prejudicar passageiros
ADAMO BAZANI
O Metrô e a CPTM conseguiram na Justiça liminares judiciais que determinam prestação de serviços na sexta-feira, 14 de junho, quando foi marcada uma “greve geral” pelas centrais sindicais contra a reforma da Previdência e medidas do governo Jair Bolsonaro.
De acordo com a STM – Secretaria de Transportes Metropolitanos, a Justiça determinou que na CPTM 100% do quadro estejam em operação todo o dia e no Metrô, 100% nos horários de pico e 80% nas demais horas
Diante da proposta de greve dos sindicatos nesta sexta-feira, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, por meio de suas empresas, toma todas as medidas judiciais necessárias para garantir o transporte dos passageiros. Esta Pasta considera o objetivo da paralisação ideológico e conta com o bom senso das categorias para que não prejudiquem mais de 8 milhões de trabalhadores que dependem diariamente do Metrô e da CPTM. Serão prejudicados trabalhadores, estudantes e todas os cidadãos que têm o transporte público como único meio de locomoção.
No momento em que vivemos , esta greve contraria os objetivos do país, ao prejudicar a mobilidade de quem vive em São Paulo e precisa se locomover para trabalhar. O Metrô conseguiu liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. A CPTM conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação.
O Sindicato dos Metroviários confirmou adesão à paralisação e tenta também parar as linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô, que são de operação privada.
Os motoristas de ônibus da cidade de São Paulo também dizem que vão parar.
Na tarde desta terça-feira, 11 de junho, por meio do SPUrbanuss, as empesas notificaram o sindicato dos motoristas a manter prestações mínimas de serviços e a não bloquear os acessos às garagens de ônibus.
Relembre:
Os sindicatos informaram que deve haver paralisação dos ônibus da capital paulista, trens da maior parte das linhas da CPTM, metrô, ônibus de Guarulhos e Arujá, ônibus de Mogi das Cruzes e região, ônibus rodoviários com garagens no Estado de São Paulo, ônibus na Baixada Santista, entre outros serviços de transportes.
O Sintetra, sindicato dos trabalhadores de transportes do ABC, deve decidir nesta quarta-feira se os ônibus na região vão parar ou não.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Porque já não falam que não se pode fazer greve ao invés de ficar com esta hipocrisia de dizer que todos tem direito a greve, fica menos feio aos patrões e a justiça.
Espero que os sindicatos respeitem,,afinal não será dessa forma que se reivindica algo, se é que estão..afinal não vi nada à favor dos profissionais e sim contra um governo….BABACAS
Nossa! De forma se reinvindica algo que é de interesse de uma nação inteira? Aff!
Tinha que parar tudo e o povo deveria colaborar ficando em suas casas, afinal a greve é para defender o direito de todos. E a justiça que teve essa decisão, já sabemos como anda a “justiça” no Brasil. É lamentável que o povo brasileiro esteja tão desamparado e refém dos interesses dos poderosos de todos seguimentos, político, empresarial, e o que é pior do órgão que seria a única esperança a se recorrer para defender os direitos constitucionais conquistados a duras penas e que estão sendo usurpados por essa corja de indivíduos sem o mínimo de caráter moral, nacionalismo ou qualquer outro sentimento nobre que deveria ter um administrador público.
Essas greves ao lado invés de chamar a atenção dos responsáveis, prejudicam é o povo que precisa manter o emprego, numa época de desemprego.