Campo Mourão fará licitação do transporte coletivo após 36 anos
Publicado em: 25 de abril de 2019
Viação Mourãoense atua na cidade desde 1983, e vem mantendo a concessão graças a sucessivos aditivos, ação ilegal segundo a Justiça
ALEXANDRE PELEGI
Campo Mourão, cidade do Paraná com cerca de 100 mil habitantes, fará a licitação do transporte coletivo urbano no dia 28 de maio de 2019.
Há 36 anos a cidade contrata os serviços da Viação Mourãoense por meio de sucessivos aditivos, o que contraria a legislação.
A situação ilegal redundou numa ação civil ajuizada pelo Ministério Público contra o prefeito da cidade, Tauillo Tezelli. Em agosto de 2018, a Justiça determinou ao prefeito que realizasse a licitação, com multa em caso de descumprimento que, até hoje, alcança já R$ 1 milhão.
A Viação Mourãoense opera na cidade desde 1969, atendendo a cerca de 11 mil usuários/dia. A tarifa estabelecida é de R$ 3,00.
HISTÓRICO
Segundo o jornal Tribuna do Interior, a permissão para a Mourãoense explorar o transporte coletivo foi determinada por decreto municipal em 1983, com permissão por apenas 5 anos. Desde essa data o município vem mantendo os serviços por meio de aditivos ao contrato.
A licitação será do tipo Menor Valor da Tarifa e o edital completo está à disposição no Departamento de Suprimentos da Prefeitura de Campo Mourão, das 8 às 11h30min e das 13h30 às 16h30.
Informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3518-1180, pelo fax (44) 3518-1182 ou no site do município: campomourao.atende.net.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes


‘Amigos, boa noite.
‘
Há 36 anos a cidade contrata os serviços da Viação Mourãoense por meio de sucessivos aditivos, o que contraria a legislação.
Trinta e tantos anos contrariando a legislação e ai ????
Por isso que eu digo, tem de eliminar 95% das Leis do Barsil; afinal nem o Poder Público cumpri a lei.
Portanto está provado que as leis para nada servem.
Baaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrsillllllllllllllllllllll
Como diria o poeta:
“QUE PAIS É ESSE”
E num adianta nada nunca muda no Barsil.
Att,
Paulo Gil