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Transunião oferece maior tarifa na licitação dos ônibus de São Paulo

O lote estava pendente por causa da inabilitação da Imperial.

ADAMO BAZANI / ALEXANDRE PELEGI

A SMT – Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes abriu agora há pouco a proposta comercial da Transunião Transportes S.A. do lote operacional D 7 (Área Sudeste 1).

O lote estava pendente por causa de recurso da empresa Imperial Transportes Urbanos Ltda, que foi desclassificada.

O valor da proposta foi o máximo exigido pelo edital: R$ 2,4919.

Agora, os recursos da Imperial poderão ir para a Justiça e a Comissão de Licitação vai analisar as planilhas para depois homologar ou não esta proposta.

O subsistema local de distribuição liga bairros mais afastados a terminais, estações e corredores, sendo operado por ônibus menores.

O lote D7 foi único em toda a licitação dos transportes da cidade que recebeu duas propostas e, mesmo assim, sem tanta concorrência. Isso porque, a empresa que opera originalmente a região, Imperial Transportes Urbanos , está com problemas fiscais junto à União e vem apresentando problemas financeiros, com atrasos de pagamentos de salários e a fornecedores. Assim, a Transunião, empresa que opera originalmente outra área da cidade, ofereceu uma proposta de operação “quase de última hora”.

A Imperial entrou com recurso pelo fato de ter sido desclassificada na concorrência e, por isso a proposta de tarifa do lote D7 não foi aberta no dia 15 de março, quando foram revelados os valores oferecidos por todas as outras ex-cooperativas.

A prefeitura negou o recurso da Imperial, empresa que surgiu da cooperativa Nova Aliança.

Adamo Bazani e Alexandre Pelegi, jornalistas especializado em transportes

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