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Motoristas da Imperial, em São Paulo, cruzam os braços por atrasos em pagamentos e benefícios

Empresa foi “despejada” de antiga garagem e ainda R$ 5 milhões ao INSS

ADAMO BAZANI

Funcionários da empresa Imperial Transportes, que atende a parte da zona Sudeste de São Paulo, cruzaram os braços na manhã desta sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019.

Os trabalhadores reclamam de atrasos nos pagamentos e benefícios.

Nenhum dos 151 ônibus saiu da garagem.

A SPTrans acionou a Operação PAESE com 78 ônibus de outras empresas.

Segundo os funcionários, a empresa que surgiu de cooperativa de transporte, por meses consecutivos tem atrasado as obrigações trabalhistas.

A companhia passa por dificuldades e alega defasagem de remuneração.

Recentemente foi retirada da garagem que ocupava e está em um imóvel provisório, sendo que alguns ônibus têm de ser guardados na rua mesmo.

Os débitos da empresa com o INSS estão em torno de R$ 5 milhões.

A empresa opera 10 linhas na região.

No ano retrasado, por causa de disputas internas, duas pessoas ligadas à empresa foram assassinadas a tiros na entrada da antiga garagem.

O lote distribuidor D7, da qual a Imperial tenta na licitação dos transportes da cidade, é o único que tem duas propostas. A outra proposta é da Transunião que também surgiu de cooperativa.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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