Prefeitura regulamenta padrão visual das bicicletas compartilhadas em São Paulo

Padrão também será válido para estações vinculadas ao serviço. Foto: Divulgação.

Veículos devem ter adesivos ou pinturas que facilitem a identificação por usuários e fiscais

JESSICA MARQUES

As bicicletas compartilhadas e suas estações terão de seguir uma série de normas que impõem padronizações visuais e informações que devem ser disponibilizadas aos usuário.

A Prefeitura de São Paulo publicou uma resolução que regulamenta como devem ser estes padrões.

Segundo as normas da CPPU – Comissão de Proteção à Paisagem Urbana, as bicicletas devem vir com adesivos ou pinturas que facilitem a identificação por usuários e fiscais. A resolução também proíbe a instalação de anúncios publicitários nas bicicletas e estações de compartilhamento.

No caso dos totens das estações e locais para estacionamento das bicicletas, é preciso que haja informações sobre o serviço, como outras estações próximas e interconexões com transporte coletivo, e instruções para que o usuário não deixe o veículo em locais que possam interferir a circulação de pedestres ou a acessibilidade para pessoas com deficiência.

CADASTRAMENTO DE PARCEIROS

A resolução também dispõe sobre o cadastramento de parceiros. As prestadoras de serviços de compartilhamento de bicicletas. São consideradas parceiras, as OTTCs (Operadoras de Tecnologia de Transporte Credenciadas).

Cada OTTC pode realizar o cadastramento de até um parceiro associado para a região do Centro Expandido, definido conforme Programa de Restrição ao Trânsito de Veículos Automotores no Município de São Paulo.

Além disso, cada empresa também pode ter dois parceiros associados por região delimitada pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes – SMT (Norte, Sul, Leste, Oeste), que extrapole o Centro Expandido.

Confira a resolução na íntegra:

12

Jessica Marques para o Diário do Transporte

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:
Comentários

Comentários

  1. Marcos disse:

    Eu não sei já foi feito, mas o próximo passo seria essas bicicletas serem inseridas no sistema de transporte publico, e dessa forma passa se descontar e a integrar nos bilhetes e vale transporte, o que seria perfeitamente possível visto que o bilhete também pode ser adaptado nos celulares, assim uma pessoa poderia pegar uma bicicleta para andar um trecho de transito por exemplo, e depois pegar um ônibus ou um metro mais adiante!

    1. Paulo Gil disse:

      Marcos, boa tarde.

      Nem pense nisso, se a PMSP entrar, ai as bykes vão parar de funcionar; veja a licitação do buzão de Sampa 6 anos e NADA, sem contar as pontes e as vias do buzão todas esburacadas, com calombos, depressões e costela de vaca e outras cositas mas.

      Melhor deixar só as empresas operarem, na prática as bykes tanto como os serviços de aplicativos, já estão incorporados ao sistema de transporte de Sampa.

      Abçs,

      Paulo Gil

  2. Paulo Gil disse:

    Amigos, boa noite.

    É inacreditável.

    Tanta coisa importante para fazer em Sampa e a PMSP se preocupando cor de bicicleta.

    O empresário tem uma boa ideia e lá vem o Poder Público interferir para cobrar mais uma taxa.

    As bykes estão funcionando e cada qual tem sua cor.

    Qual o problema ?

    Só para mostrar o poder da PMSP.

    O que intere$$a é o dinheiro, cobrem a taxa e deixe as empresas operarem em paz.

    Att,

    Paulo Gil

Deixe uma resposta