Ônibus é incendiado em 18ª noite consecutiva de ataques criminosos em Fortaleza

Publicado em: 20 de janeiro de 2019

Veículo ficou completamente destruído. Foto: Sistema Verdes Mares

Suspeitos também atearam fogo em um posto de combustível de Maracanaú, Região Metropolitana da capital

JESSICA MARQUES

Mais um ônibus foi incendiado na 18ª noite consecutiva de ataques criminosos em Fortaleza, no Ceará. Na ocasião, suspeitos também atearam fogo em um posto de combustível de Maracanaú, Região Metropolitana da capital.

Os incêndios foram registrados na noite deste sábado, 19 de janeiro de 2019. Os ataques tiveram início no dia 2 deste mês. Nas últimas duas ocorrências, não foram registrados feridos.

O incêndio a ônibus ocorreu no Bairro Conjunto Palmeiras, na periferia da capital. Na ocasião, criminosos pararam um veículo do transporte coletivo, mandou todos saírem e atearam fogo. O Corpo de Bombeiros compareceu ao local para conter as chamas, mas o ônibus ficou completamente destruído.

O posto de combustível que foi incendiado, por sua vez, está localizado na rodovia CE-065. O estabelecimento foi atacado por suspeitos com bombas caseiras, conhecidas como coquetel molotov.

Segundo informações do G1, os criminosos atearam fogo em uma das bomba de combustível e em seguida fugiram. Os próprios funcionários do posto conseguiram apagar as chamas.

Segundo informações da mídia local, desde o início da onda de ataques na capital cearense, foram registrados 218 crimes contra ônibus, carros, prédios públicos, prefeituras e comércios em 46 dos 184 municípios do estado.

Desde então, a Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que 399 pessoas já foram detidas por envolvimento nas ações criminosas, incluindo menores de idade.

Neste ano, o governo criou a secretaria de Administração Penitenciária e iniciou uma série de ações para combater o crime dentro dos presídios. Desde então, os ataques começaram a ser efetivados no estado.

Outra ação que motivou os crimes é que o estado informou que não vai mais reconhecer as facções e separar os presos seguindo este critério, nas penitenciárias.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

Comentários

  1. Felix disse:

    Só duas empresas em São Paulo assinaram o contrato emergencial,
    As outras dizem que não vão assinar por discordância de cláusulas contratuais.

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