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Construção da Linha Verde, em Curitiba, chega à etapa final

Obras causam desvios a partir desta segunda-feira. Foto: Luiz Costa/SMCS

Via é o sexto eixo de transporte da cidade e de integração da capital à Região Metropolitana

JESSICA MARQUES

A construção da Linha Verde, em Curitiba, no Paraná, chegou à etapa final, segundo informações da Prefeitura. A via é o sexto eixo de transporte da cidade, importante para a integração da capital à Região Metropolitana.

Ao todo, são 22 quilômetros de extensão pelas margens da BR-476, que liga a cidade do Sul ao Norte desde o Pinheirinho ao Atuba. A estimativa é de que 22 bairros sejam beneficiados pela construção, em uma área de abrangência de aproximadamente 287 mil pessoas.

O trecho norte é a parte final das obras da Linha Verde. Atualmente, estão em fase de conclusão as intervenções do lote 3.1, em um trecho de 2,2 quilômetros desde o viaduto da Avenida Victor Ferreira do Amaral até o Rio Bacacheri, próximo ao Hospital Vita.

Nesta etapa, também está o lote 3.2, que é a construção da trincheira da Rua Fúlvio Alice, próxima à Igreja Batista do Bacacheri, que está em execução. A previsão informada pela Prefeitura é de que os dois lotes de obras estejam concluídos em abril de 2019.

O trecho sul já foi concluído e seis estações estão em operação com o ônibus Ligeirão (Pinheirinho, Vila São Pedro, Xaxim, Santa Bernadethe, Fanny e Marechal Floriano) na ligação ao Centro da cidade (Lourenço Pinto).

Em toda a obra, os investimentos são de R$ 56,1 milhões. Somente para a construção da trincheira da Rua Fúlvio Alice, próxima à Igreja Batista do Bacacheri, o custo foi de R$ 28,7 milhões.

DESVIOS

Para a construção da trincheira no local, serão feitos desvios a partir de segunda-feira, 19 de novembro de 2018.

Segundo informações da Prefeitura, os motoristas, em ambos os sentidos, serão desviados a partir das 10h por meio de sinalização instalada pela empresa responsável pela obra, algumas quadras antes do ponto de bloqueio. A previsão inicial de duração da construção no trecho é de 90 dias.

A Setran (Superintendência de Trânsito) orienta que os usuários da região reduzam a velocidade e redobrem a atenção para as mudanças na circulação e na troca de pistas.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

 

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