Expedito Júnior x Coronel Marcos Rocha: o que dizem os programas de governo sobre a mobilidade em Rondônia

Transporte público não é citado especificamente nos planos de governo.

Ambos os planos estão resumidos e não citam propostas específicas para o estado

JESSICA MARQUES

Os moradores do estado de Rondônia terão que ir às urnas neste domingo, 28 de outubro de 2018, para votar para presidente da República e também definir quem será o novo governador.

A disputa ocorre entre os candidatos Expedito Júnior, do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), e Coronel Marcos Rocha, do PSL (Partido Social Liberal).

Paulista de Guararapes, Expedito Júnior tem 55 anos. Aos 18 anos, mudou-se para Rolim de Moura (RO). Aos 21, elegeu-se vereador. Cumpriu dois mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados (1995 a 2002). Em 2006, elegeu-se ao Senado. Em 2009, teve o mandato cassado pelo TSE por irregularidades na campanha. Em 2010, candidatou-se ao governo, mas teve o registro negado com base na Lei da Ficha Limpa.

O candidato Coronel Marcos Rocha, por sua vez, é policial militar reformado, nasceu no estado do Rio de Janeiro e tem 50 anos de idade. É ex-diretor do colégio militar Tiradentes, foi secretário de Justiça no governo de Confúcio Moura e disputa pela primeira vez um cargo eletivo.

O Diário do Transporte comparou os programas de governo dos candidatos e ressalta as propostas para as áreas de mobilidade e transporte público. Em ambos os casos, os planos estão bem reduzidos e citam questões de forma genérica.

Expedito Júnior fala em “estruturar e integrar a infraestrutura de transportes” e facilitar o acesso do cidadão aos serviços públicos, sem detalhes ou um tópico sobre o tema.

Por sua vez, Coronel Marcos Rocha Também propõe uma melhoria dos serviços públicos, citando “especial relevo” às áreas de educação, saúde, mobilidade urbana e segurança pública.

“Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal” é outra proposta do candidato do PSL. Desta forma, “os municípios poderão optar, ainda, por se integrar ao sistema estadual de ensino ou compor com ele um sistema único de educação básica”.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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