Viaduto da Avenida Rotary, em São Bernardo do Campo, está previsto para ser entregue até julho de 2019

A previsão de entrega foi confirmada pelo prefeito Orlando Morando, que visitou o local da obra. Foto: Divulgação / Omar Matsumoto

Obra é parte do projeto do Corredor Leste Oeste na cidade do ABC Paulista

JESSICA MARQUES

O viaduto da Avenida Rotary, em São Bernardo do Campo, está previsto para ser entregue até julho de 2019. A informação foi divulgada pela Prefeitura na tarde desta segunda-feira, 22 de outubro de 2018.

A obra é parte do projeto do Corredor Leste Oeste na cidade, que está localizada no ABC Paulista. Quando concluído, todo o viário vai ligar as avenidas Rotary e Luiz Pequini, transpondo a praça, com o objetivo de aliviar o fluxo de veículos que circulam na rotatória, que dá acesso a cinco avenidas ramificadas para diversos bairros do município.

A Prefeitura informou, em nota, que mais de 60% dos trabalhos estão concluídos. O prefeito Orlando Morando realizou vistoria no local e acompanhou a execução dos serviços.

A previsão de entrega foi confirmada pelo prefeito Orlando Morando, que visitou o local da obra.

“O viaduto ficou abandonado por muitos anos e foi retomado pela atual Administração no começo deste ano. Atualmente temos mais de 150 operários trabalhando e a previsão é de entrega entre junho e julho de 2019. É uma obra que vai melhorar o trânsito e a Mobilidade Urbana da região central da nossa cidade”, afirmou, em nota.

Atualmente, as equipes trabalham em cinco pontos na região realizando intervenções como estruturação de pilares, caixa de pavimento, concretagem, escavação e drenagem, também segundo informações da administração municipal.

A ponte, quando concluída, terá extensão de 330 metros e quatro faixas de rolamento, sendo duas para cada pista, com a intenção de priorizar o transporte coletivo. Desta forma, haverá conexão com os futuros corredores exclusivos para ônibus que estão em obras na cidade.

HISTÓRICO

Orçado em R$ 81,5 milhões, o projeto foi criado na gestão do ex-prefeito Luiz Marinho. As obras foram paralisadas em 2015, com 52% de execução, após repasses de aproximadamente R$ 42,4 milhões da União.

Segundo informações da atual gestão, a continuidade da construção foi viabilizada por empréstimo captado junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), em 2017.

Com o empréstimo, houve a aplicação de mais R$ 39 milhões para a conclusão do empreendimento.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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