Ministério Público ajuíza ação contra empresa de ônibus de Minas Gerais

Os veículos que realizam o trajeto de Varginha até Três Pontas são considerados "semi-urbanos". Foto: Reprodução / EPTV

Gardênia, responsável pelo transporte entre Varginha e Três Pontas, não possui cinto de segurança

JESSICA MARQUES

O Ministério Público ajuizou uma ação contra a empresa Gardênia, responsável pelo transporte de passageiros entre Varginha e Três Pontas, em Minas Gerais. O órgão alega que os ônibus utilizados no trajeto não possuem cinto de segurança.

A determinação do Ministério Público é de que a empresa que faz o transporte substitua os veículos por outros convencionais, mas com cinto de segurança e que tenham mais conforto para passageiros.

A exigência do cinto de segurança nos veículos tem como base o fato de o itinerário incluir a MG-17, uma rodovia com altos índices de acidentes de trânsito.

Outra situação apontada por denúncia anônima e averiguada pelo Ministério Público é o fato de os ônibus não possuírem bagageiro. Com isso, as pessoas precisam carregar malas e outros pertences na parte de cima do carro.

Além disso, o Ministério Público determinou também que a empresa realize o transporte de passageiros apenas sentados, por conta do trecho percorrido na rodovia.

Os veículos que realizam o trajeto de Varginha até Três Pontas são considerados “semi-urbanos”.

De acordo com a decisão, a empresa tem até o dia 20 de outubro para cumprir as adequações, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.

A Gardênia informou à EPTV que vai recorrer da decisão. A empresa alega que os veículos já foram fiscalizados e aprovados pelos órgãos competentes.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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