Metrô de São Paulo desmente boato sobre onda de crimes sexuais em estações e trens

De acordo com a companhia, apenas no sábado uma jovem foi atendida por seguranças na Vila Mariana após alegar que tinha sido vítima de violência sexual fora das dependências da estação

ADAMO BAZANI

Nos últimos dias circularam em redes sociais, como Facebook, e em aplicativos de mensagens, como WhatsApp, informações sobre uma suposta onda de crimes sexuais praticados em estações e trens do Metrô de São Paulo, principalmente na Vila Mariana e Ana Rosa.

Entretanto, segundo a Companhia do Metrô, as mensagens e postagens são notícias falsas, as chamadas Fake News.

Em nota ao Diário do Transporte, a empresa informou que apenas no último sábado, 18 de agosto, uma jovem procurou ajuda dos seguranças da estação Vila Mariana, que relatava na ocasião ter sido vítima de crime sexual, mas fora das dependências do Metrô.

“Não há registros desses casos nas dependências do Metrô. Na manhã do sábado (18) uma jovem pediu auxílio aos funcionários da estação Vila Mariana alegando ter sido vítima de crime sexual (fora da estação). Depois de atendida, a jovem recusou encaminhamento hospitalar e foi levada até a casa dos pais pelos funcionários do Metrô.”

As falsas notícias têm gerado um clima de insegurança entre os passageiros, principalmente mais jovens.

O Metrô entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública e também não encontrou registros recentes de ocorrências de crimes sexuais nas delegacias das imediações das estações.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

4 comentários em Metrô de São Paulo desmente boato sobre onda de crimes sexuais em estações e trens

  1. “Fake News” deste tipo é gerada quando uma pessoa (ou grupo) se sentiu incomodado com algo na região, ou até mesmo pessoas tem a intenção de deixar o local com menor movimento ou ainda intenção de aumentar a movimentação policial na região (e atacar suspeitos).

    No entanto, muitas vezes crimes sexuais não são informados devido a nossa buRRocracia e até constrangimento que vítimas passam em delegacias.

    Mesmo que seja “Fake News”, vale o alerta de sempre ficar atento nas ruas e evitar situações de risco (conversa com estranhos ou desviar de atitudes suspeitas).

    E claro, ao ver ou desconfiar de atitudes suspeitas, acionar uma autoridade policial (Polícia Militar, GCM ou Civil).

  2. Quem escreveu a Matheus ou e desonesto ou muito intelectualmente prejudicado, por transformar uma nota que fiz que não houve registro formal do crime em uma acusação de fake news – e ignorando todo o contexto que impede que esses crimes sejam registrados.

    A NOTA FOI ENVIADA PELO METRÔ !!!!!!!

  3. Quem passa pano pra estuprador é podre igual. Todo mundo sabe que pra uma mulher fazer b.o de estupros é um inferno, e tiveram duas que foi tentativa de estupro, mais difícil ainda de provar algo. Hoje também aconteceu caso na estação São Joaquim e liberdade. O metrô faz milhares de propaganda contra assédio mas na hora que acontece os seguranças não fazem bosta nenhuma.

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  1. Polícia Civil de São Paulo conclui que estudante não foi estuprada em estação do Metrô – Diário do Transporte

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