Distrito Federal lança Bilhete Único para crianças e idosos acima de 65 anos

Atualmente, os idosos precisam disputar disputar os assentos que ficam antes da catraca e as crianças, passam por cima ou por baixo da roleta. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Grupos têm direito à passagem gratuita, mas agora podem optar por girar a catraca como os demais passageiros

JESSICA MARQUES

O Distrito Federal lançou um Bilhete Único para crianças de 2 a 5 anos e idosos acima de 65 anos. Os grupos têm direito à passagem gratuita, mas agora têm a opção de girar a catraca como os demais passageiros.

Atualmente, os idosos precisam disputar disputar os assentos que ficam antes da catraca e as crianças, passam por cima ou por baixo da roleta, o que pode causar algum tipo de acidente.

O DFTrans informou que a emissão do cartão é gratuita, mas requer apresentação de documentos específicos. O uso do Bilhete Único é opcional e as gratuidades continuarão sendo concedidas normalmente. Contudo, a catraca só será liberada com o cartão.

Outra vantagem para os idosos é que, desde agosto de 2017, todos os assentos do ônibus e do metrô da capital são considerados prioritários para idosos, pessoas com deficiência e grávidas. Desta forma, quem tiver mais de 65 anos e optar por passar pela roleta, terá direito a seguir viagem sentado.

A gratuidade para idosos no transporte público do Distrito Federal é apenas a partir de 65 anos.

COMO EMITIR O BILHETE

Segundo o DFTrans, os cartões +Melhor Idade e +Criança Candanga podem ser solicitados pela internet, no site do DFTrans, ou nos postos do DFTrans e do Na Hora.

Os idosos devem apresentar documentação de identificação com foto, CPF e uma foto 3 x 4 atualizada. A verificação será feita por meio de biometria facial.

No caso das crianças, não haverá reconhecimento facial por conta da mudança rápida de traços físicos, mas o pai ou responsável deve levar para o cadastramento o CPF da criança, o documento de identidade (ou certidão de nascimento) e uma foto 3 x 4. Os documentos do responsável também devem ser apresentados.

Desde maio de 2018, a biometria facial passou a ser obrigatória na catraca dos 2,8 mil ônibus do Distrito Federal. Desde então, as empresas só recebem dinheiro do governo referente às gratuidades dos passageiros que passarem pelo sistema de identificação.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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