Justiça de Sumaré solicita à prefeitura documentos sobre transporte alternativo

Procuradoria Jurídica do município solicitou um prazo maior para atender a determinação. Foto: Paulo Oliveira

Objetivo é comprovar regularidade da operação do sistema na cidade

JESSICA MARQUES

A Justiça de Sumaré, no interior paulista, solicitou à prefeitura, pela segunda vez, documentos que comprovem a regularidade do transporte alternativo na cidade. Segundo informações do portal O Liberal, nesta semana, a Procuradoria Jurídica do município solicitou um prazo maior para atender a determinação.

O caso teve início em 2013, quando uma decisão proferida na época determinou que fosse feita uma licitação para definir os responsáveis pelas linhas de transporte alternativo. Na ocasião, o processo ficou sem possibilidade de recursos e a juíza Ana Lia Beall, determinou a expedição de um ofício ao prefeito Luiz Dalben, solicitando cumprimento da medida.

O primeiro ofício foi enviado no fim de 2017, segundo o portal O Liberal, mas não houve resposta. Em abril de 2018, a Justiça enviou novamente o pedido advertindo que seria crime de desobediência não apresentar os documentos.

A Prefeitura informou que o primeiro ofício extraviou e, para responder ao segundo pedido, foi solicitado um prazo de 15 dias. A juíza ainda não se manifestou sobre o pedido.

Os motoristas de ônibus urbanos e metropolitanos que circulam pela cidade de Sumaré relataram casos de ameaças e agressões que teriam sido cometidas por “perueiros” do sistema de transporte complementar.

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Jessica Marques para o Diário do Transporte.

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