Bariri (SP) faz licitação para transporte coletivo

Foto: ilustração. Bariri rompeu contrato com antiga concessionária e abriu nova licitação. (Crédito - Rafael Ferreira Viva)

Na modalidade concorrência, edital está aberto a empresas interessadas na concessão de linhas regulares do serviço de transporte urbano de passageiros

ALEXANDRE PELEGI

A prefeitura de Bariri, cidade do interior paulista próxima a Bauru, está com edital aberto para a escolha das empresas que assumirão o transporte coletivo de passageiros local.

O certame, na modalidade concorrência, definirá a melhor proposta pelo critério de menor valor por tarifa, hoje de R$ 2,75.

Os envelopes com as propostas e a documentação das empresas interessadas serão abertas às 9h do dia 28 de junho.

No edital nº 36/2018 estão previstas 03 (três) linhas urbanas, que deverão ser atendidas por uma frota inicialmente de quatro veículos, já incluído um reserva, com capacidade mínima de 48 passageiros.

Ainda segundo o edital, a concessionária deverá implementar nos veículos plataforma com elevador e/ou outros dispositivos necessários para o embarque e desembarque de deficientes físicos.

Outro ponto diz respeito ao licenciamento dos coletivos que, a partir do ano seguinte ao início da operação, deverão ser emplacados na cidade.

A renovação da frota deverá ser procedida no mês do vencimento da vida útil de cada veículo, ficando estabelecida em 05 (cinco) anos a sua utilização.

PERÍODO EMERGENCIAL

Desde março de 2018 o serviço de transporte coletivo em Bariri vem sendo realizado em caráter emergencial pela empresa Grecco Transportes. O contrato, de 180 dias, foi firmado após a prefeitura rescindir contrato com a Eliz Line Transporte e Turismo Ltda., que prestava o serviço na cidade.

Com sede da vizinha Lençóis Paulista, o atraso no pagamento dos salários no mês de fevereiro paralisou os serviços da empresa, atingindo as cidades onde a Eliz Line prestava serviços, como Bariri. Com a não superação dos problemas, a prefeitura da cidade publicou decreto de calamidade emergencial e rescindiu o contrato com a concessionária.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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