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Padilha diz que não há mais negociações com caminhoneiros e espera que categoria cumpra sua parte

Durante greve, foram 1.200 manifestações com bloqueios; até 8h restavam 557 concentrações

JESSICA MARQUES / ADAMO BAZANI

O Ministro Eliseu Padilha disse que negociações estão encerradas e espera que os caminhoneiros cumpram sua promessa, já que as principais lideranças ontem disseram que a categoria tinha aceitado.

Padilha disse ainda, na tarde desta segunda-feira, que uma parte dos caminhoneiros cumpriu o acordo e outra não. Foi solicitada a liberação o mais rápido possível.

Segundo Padilha, houve, durante a greve, 1.200 manifestações com bloqueios e foram desativados ou dispersados 728 e ainda restam hoje, pela manhã, até 8h, 557 concentrações em rodovias de todo o território nacional.

O general Sérgio Etchegoyen disse que os canais de abastecimento ainda não estão normalizados, o que deve demorar, mas caminha para o processo de normalização. Serão intensificadas as investigações sobre quem não é caminhoneiro e está se aproveitando da greve.

Sobre a ameaça de greve dos petroleiros a partir de quarta-feira, o ministro Eliseu Padilha diz que o intuito é negociar para evitar a paralisação que poderia impedir a normalização do fornecimento de combustível, caso os caminhoneiros desobstruam as vias.

Padilha também disse que há possibilidade de utilização de medidas judiciais se não houver o desbloqueio das estradas, mas que seria uma última hipótese. O governo quer uma solução negociada antes.

Confira as medidas provisórias publicadas neste domingo:

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