Funcionários da Viação Urbi fazem paralisação-relâmpago e deixam passageiros do DF sem ônibus

Trabalhadores alegam problemas no pagamento do plano de saúde e empresa aponta dívida do governo de R$ 35 milhões como justificativa

JESSICA SILVA PARA O DIÁRIO DO TRANSPORTE

Os passageiros do Distrito Federal tiveram uma surpresa desagradável ao ir para o trabalho na manhã desta segunda-feira, 7 de maio de 2018. Devido a uma paralisação-relâmpago feita por funcionários da Viação Urbi, os ônibus não circularam das 4h às 6h30.

Os trabalhadores alegaram problemas no pagamento do plano de saúde. A empresa, por sua vez, apontou uma dívida do Governo do Distrito Federal como justificativa para a situação. Segundo a Urbi, um montante de R$ 35 milhões estaria acumulado de 2015 a 2018.

Segundo informações do Correio Braziliense, a paralisação prejudicou passageiros dos bairros Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Taguatinga e Núcleo Bandeirante. Por conta disso, os trens do metrô ficaram superlotados e o trânsito ficou intenso nas imediações.

A Urbi Mobilidade Urbana, informou, em nota, que os ônibus começaram a sair das garagens por volta de 6h20. De acordo com o Correio Braziliense, os reflexos foram sentidos até 7h30. A justificativa da empresa foi a “situação de inadimplência do GDF junto à empresa, que ultrapassa a quantia de R$ 35 milhões, montante acumulado nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018”.

O Governo do Distrito Federal foi procurado pelo Diário do Transporte para esclarecer a dívida mencionada pela empresa, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.

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