Incêndio em empresa de ônibus de Minas Gerais destrói seis veículos

Empresa de ônibus fica no bairro São Diniz, em Cataguases

Três coletivos, um guincho, um carro e uma motocicleta que estavam na garagem também foram consumidos pelo fogo

JESSICA SILVA PARA O DIÁRIO DO TRANSPORTE

Um incêndio no galpão de uma empresa de ônibus de Minas Gerais destruiu seis veículos na madrugada desta quarta-feira, 2 de maio de 2018. Além de três coletivos, um carro, um guincho e uma moto foram consumidos pelo fogo.

A empresa de ônibus fica no bairro São Diniz, em Cataguases, a aproximadamente 60 quilômetros de Muriaé, município de Minas Gerais. Segundo informações do portal Vigilante Online, uma pessoa foi hospitalizada após inalar fumaça ao tentar retirar um veículo.

O outro funcionário, que estava na empresa, não ficou ferido e informou à Polícia Militar que quando ouviu um estouro, um ônibus já estava pegando fogo.

O Corpo de Bombeiros de Leopoldina foi acionado para atender a ocorrência. Foram utilizados cerca de 3.500 litros de água para apagar as chamas.

Além dos seis veículos, a estrutura metálica da cobertura do galpão também foi danificada. A Defesa Civil de Cataguases vai avaliar as condições do local. A Polícia Civil vai investigar as causas do incêndio.

O portal G1 informou que entrou em contato com a empresa responsável, mas os funcionários não quiseram comentar ocorrido por estarem muito abalados.

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Comentários

Comentários

  1. Mais incendios e nada é feito?

  2. Rogerio Belda disse:

    No século passado também incendiavam trens e o incêndio em ônibus ocorre até por pequenos acidentes, além de possível vandalismo. Isto ocorre, também, em outros países como protesto, porque o transporte público (mesmo concedido) é IMAGEM DO GOVERNO. No Brasil isto acontecia com os trens de subúrbio, durante o último governo militar, até que o BNDES por iniciativa de um engenheiro do Metrô de São Paulo, já falecido, convenceu às empresas ferroviárias ( operadoras e fabricantes ) que se deveria fazer um estudo sobre “combustibilidade” dos carros ferroviários (denominação técnica dos vagões de passageiros ) que solicitaram então um financiamento em conjunto. Existe exemplar deste estudo na biblioteca do Metrô de São Paulo. Parece-me razoável que se faça uma analise semelhante na fabricação de ônibus urbanos. Sei que é mais complicado porque os ônibus devem ser leves e isto condiciona os materiais a serem empregados, além de levarem mais combustível junto. Mas, convém lembrar que já ocorreu perda de veículos provocado até por um curto-circuito em garagem de uma empresa com perda de toda a frota estacionada. Cito esta condição trágica, para reforçar a necessidade de realização de analise equivalente a ser endossada por fabricantes e empresa operadoras de transporte coletivo por ônibus urbanos e que deveria ter apoio de todo setor que será beneficiado, também, pelos resultados. Voltando ao caso dos trens: Não está nos relatórios do estudo, mas acredita-se que não havia grande premeditação nestas ocorrências, porém diante de atrasos e outras condições desfavoráveis, bastava o álcool levado para esquentar a marmita de uns trabalhadores para incendiar um vagão ferroviário de passageiros.
    Rogerio Belda

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