Indaiatuba terá novo terminal rodoviário em maio

Prédio fica no final da Rua dos Indaiás, no Jardim Belo Horizonte e será inaugurado em 5 de maio

JESSICA SILVA PARA O DIÁRIO DO TRANSPORTE

Os moradores de Indaiatuba, no interior de São Paulo, terão um novo terminal rodoviário a partir do dia 5 de maio. A cerimônia de inauguração será às 19h. A novidade fica na Rua dos Indaiás, no Jardim Belo Horizonte e começa a funcionar em 6 de maio.

Batizado de Terminal Rodoviário de Indaiatuba “Vereador Maurílio Gonçalves Pinto”, o local tem 4.145,96 metros quadrados de área construída. A estrutura é composta por 15 guichês, uma área de embarque e desembarque com 12 baias para coletivos intermunicipais e um local de espera com banheiros acessíveis.

O terminal também tem um setor administrativo, vestiários e um depósito, além da área de apoio. A praça de alimentação terá duas lanchonetes com deck externo e os banheiros terão chuveiros.

O saguão tem espaço para 35 lojas de 12 metros quadrados cada. Três boxes e uma lanchonete já estão ocupados, conforme informações da Prefeitura. “O processo de licitação para os demais espaços está em fase de conclusão” – informou a administração municipal, em nota.

TERMINAL URBANO

A rodoviária também terá um Terminal Urbano com baia para seis ônibus e banheiros acessíveis. “Duas linhas do transporte coletivo municipal que atendem o Jardim Oliveira Camargo passarão pelo novo Terminal, e será criada uma nova linha exclusiva para interligar o Terminal Rodoviário antigo com o prédio novo” – garantiu a Prefeitura.

Para o estacionamento foram criadas 127 vagas, sendo quatro para idosos, três para deficientes, além de uma área reservada para motos.

RECICLAGEM

Outra novidade é que o prédio foi escolhido pela Prefeitura para receber a primeira lixeira para coleta soterrada do município. Serão dois pontos de coleta, sendo um para lixo orgânico e outro para recicláveis. “O modelo instalado na nova rodoviária possui um sistema de sonda que avisa quando a sua capacidade está no limite de armazenagem. Com menos viagens para coleta dos resíduos há também menos liberação de poluição no ar, menor consumo de combustível e mais segurança aos profissionais envolvidos na operação, que não ficam em contato direto com o material descartado”.

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