Santo André acaba com radares eletrônicos móveis

Semáforo em Santo André, na Avenida Pereira Barreto com a Rua Ibiapava, onde há radar fixo. Somente estes equipamentos e lombadas eletrônicas vão permanecer na cidade

De acordo com prefeitura, equipamentos custavam R$ 50,83 por hora de uso e eram pegadinhas

ADAMO BAZANI

A cidade de Santo André, no ABC, Paulista tirou todos os radares móveis que eram usados para multar motoristas.

Ao todo, a cidade tinha seis equipamentos que se revezavam em 171 pontos diferentes.

De acordo com a prefeitura, os radares ficavam em áreas que configuravam “pegadinhas” para os motoristas e não tinham plena utilidade de aumentar a segurança nos locais onde eram instalados, já que ficavam afastados de faixas de pedestres e em locais de baixa circulação de pessoas a pé, como viadutos ou vias de alta velocidade.

Além disso, os aparelhos significavam alto custo para a cidade. Por hora de uso, os radares custavam R$ 50,83. Somente em setembro, a cidade gastou R$ 73 mil para colocar em funcionamento estes seis radares.

A administração andreense diz que a forma como era utilizada esses equipamentos não contribuía para a educação dos motoristas. A prefeitura afirmou que permanecem os 48 radares fixos que flagram motoristas em velocidade acima do permitido em cada via, avançando semáforo ou parando sobre as faixas de pedestres.

Também permanecem seis equipamentos de lombada eletrônica.

Na cidade do ABC Paulista não há rodízio de veículos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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