Estivemos na Transpublico, onde conhecemos soluções tecnológicas inovadoras desenvolvidas pela Transdata Smart
ALEXANDRE PELEGI
Até quando precisaremos usar os famigerados bilhetes de plástico como forma de pagamento nos sistemas de transporte público?
Que soluções existem além desta, já escaláveis para o mercado brasileiro?
Reduzir fraudes, aumentar a segurança do passageiro, eliminar o uso do dinheiro como forma de pagamento no interior do sistema de transporte coletivo, acabar com a figura do cobrador dentro dos ônibus… Estas vantagens, antes distantes do horizonte da mobilidade urbana, hoje estão se multiplicando em várias cidades brasileiras.
Incorporar ao sistema de pagamento e validação outras ferramentas contra fraudes, como a biometria facial, integram soluções complexas que abrangem até mesmo o serviço de gerenciamento da frota de ônibus de uma cidade. A bilhetagem se transforma assim em algo muito maior e indispensável à vida do transporte coletivo urbano, deixando para trás os tempos em que era simplesmente um sistema moderno de se pagar a passagem.
Esse leque amplo de alternativas e possibilidades, que vão desde pagamento com validação de QR Code, até o uso de celulares, permitem ao gestor controlar e operar a frota, reduzir custos e melhorar o planejamento, e estão todas no cardápio de soluções apresentadas pela Transadata Smart nesta edição da Transpúblico, evento da NTU realizado esta semana em São Paulo de 29 a 31 de agosto.
Estivemos nesta quinta-feira (31) com Alexandre Vieira, gerente de Marketing da Transdata, que em conversa com Adamo Bazani descreveu as novidades do setor:
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transporte
