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Empresário é preso em Curitiba acusado de estar ligado à Ponto Final do Rio

Corrupção envolveu empresas de ônibus do Rio de Janeiro

Ontem, MP denunciou mais de 20 por suposto esquema de corrupção em empresas de ônibus do Rio

ADAMO BAZANI

A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira, 09 de agosto, um desdobramento da Operação Ponto Final, que investiga corrupção envolvendo empresas de ônibus, políticos e agentes públicos no Estado do Rio de Janeiro.

São cumpridos mandados de prisão.

Um deles é contra o empresário Nuno Canhão Bernardes Gonçalves Coelho, preso nesta manhã em Curitiba.

A prisão foi determinada pelo juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, responsável pelo Operação Lava Jato no estado.

A Ponto Final é um desdobramento da Operação Lava Jato.

Foram presos desde o início de julho diversos empresários de ônibus, como Jacob Barata Filho, um dos maiores do País.

O esquema de corrupção movimentou ao menos R$ 260 milhões entre 2010 e 2016 e, segundo a Polícia Federal, o maior beneficiário foi o ex-governador Sérgio Cabral.

Ontem, o Ministério Público Federal denunciou 23 pessoas, entre políticos, empresários de ônibus e agentes públicos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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