Alckmin e Doria querem conceder marginais e não está descartada cobrança de pedágio

Simulação de gradil na região da raia Olímpica da USP

Modelo seria por meio de PPP – Parceria Público-privada  ou concessão

ADAMO BAZANI

As marginais dos rios Pinheiros e Tietê podem ser de responsabilidade da iniciativa privada.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito, João Doria, estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, 08 de maio de 2017, e conversaram sobre o assunto.

O modelo pode ser por concessão ou Parceria Público-Privada.

Após a reunião, em coletiva de imprensa na prefeitura, Doria afirmou que foi uma conversa preliminar e que o modelo ainda está sendo desenhado. Não está descartada cobrança de pedágio. Segundo Doria, a forma de compensação à empresa que assumir as marginais ainda será definida como o “amadurecimento da ideia” e a cobrança de pedágionão foi discutida na reunião.

Poder público e empresas privadas debateram sobre a possibilidade.

Estiveram no encontro, o diretor-presidente da Concessionária ViaOeste, do Grupo CCR, que administra as Rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares, Flávio Carvalo; diretor-geral da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), Elival da Silva Ramos, o secretário municipal de Serviços e Obras, Marcos Penido, o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda; e o secretário municipal de Justiça, Anderson Pomini.

Em sua conta no Facebook, Doria anunciou “a retirada do muro da raia olímpica da USP na Marginal Pinheiros, que será substituído por um gradil, permitindo que as pessoas voltem a admirar a beleza da raia que esteve escondida por 21 anos. Além disso, realizaremos um projeto de revitalização da área, com paisagismo, iluminação e construção de uma pista de corrida. Mais um projeto com custo zero para a Prefeitura graças ao apoio de empresas cidadãs.”

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes