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Prefeitura de SP faz contrato emergencial com operadoras de ônibus

Foto: Renato Lobo

Secretário dos Transportes diz que não teve outra opção

RENATO LOBO

A prefeitura de São Paulo deve renovar a contratação emergencial com as operadoras do transporte coletivo.

O sistema foi licitado durante a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy. Durante o Governo de Fernando Haddad, uma nova contratação seria feita, mas o ex-prefeito suspendeu o processo após a onda de protestos ocorridas em 2013, afim de incorporar demandas da sociedade no serviço.

Os contratos emergenciais são relativos às permissionárias do subsistema local (ex-cooperativas). As empresas concessionárias (sistema estrutural) não têm contratos emergenciais, mas aditivos do contrato previsto para durar entre 2003 e 2013. Em julho, será o último aditivo

Posteriormente, o Tribunal de Contas do Município suspendeu a concorrência, postergando a nova contratação, e até então o sistema vem sendo tocado por contratos emergências.

Já o novo secretário municipal de transportes e mobilidade, Sérgio Avelleda, lamentou o fato e diz que deve trabalhar para lançar o edital.

“O sistema atual está mantido. Eu tenho três dias de gestão. Se eu não assino esses contratos, não tinha ônibus na cidade. Não gosto de fazer contrato emergencial. Na minha vida como administrador público nunca na minha vida assinei um contrato emergencial, mas não tinha opção ante à inexistência de licitação, mas vamos lutar para não ter mais nenhum emergencial e ter uma licitação o quanto antes”, afirmou Avelleda.

Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano

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