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As 10 linhas com maior número de reclamações em São Paulo

Linha 917H da Santa Brígida | Foto: Renato Lobo

Entre a lista de queixas está até agressão por parte dos tripulantes.

RENATO LOBO

Levantamento com um ranking das 10 linhas mais problemáticas do sistema de ônibus da cidade de São Paulo, divulgado pela revista Veja, aponta que a 917H/10 – Terminal Pirituba/Metrô Vila Mariana registrou 96 reclamações no primeiro semestre deste ano.

A ligação operada pela Santa Brígida apresenta problemas como o fato do condutor não atender embarque e desembarque (24 queixas), Intervalo excessivo da linha (24)  e o não cumprimento das partidas programadas (12). Existem relatos de  agressão física, interrupção ou atraso propositalmente da viagem, e desrespeito ao idoso.

A segunda linha com maiores ocorrência é a 2290/10, operada pela Ambiental Transportes, onde a maioria dos veículos que lá rodam são trólebus. Já a terceira é outra ligação da Santa Brígida, a 847P. Confira a lista:

NÚMERO E DENOMINAÇÃO | QUANTIDADE DE RECLAMAÇÕES

1ª – 917H/10 – TERMINAL PIRITUBA/METRÔ VILA MARIANA 96
2ª – 2290/10 – TERM. SÃO MATEUS/TERM. PQ. D. PEDRO II 94
3ª – 847P/10 – TERMINAL PIRITUBA/ITAIM BIBI 80
4ª – 5110/10 – TERM. SÃO MATEUS/TERM. MERCADO 80
5ª – 477P/10 – IPIRANGA/RIO PEQUENO 75
6ª – 6913/10 – TERMINAL VARGINHA/TERMINAL BANDEIRA 75
7ª – 574J/10 – METRÔ CONCEIÇÃO/TERM. V. CARRAO 74
8ª – 702C/10 – JD. BONFIGLIOLI/METRÔ BELÉM 71
9ª – 875C/10 – TERMINAL LAPA/METRÔ STA CRUZ 69
10ª – 502J/10 – ESTAÇÃO AUTÓDROMO/METRÔ SANTA CRUZ 65

Em nota a São Paulo Transportes – SPTrans disse que houve queda no número de reclamações na ordem de 25,10%. De acordo com a nota, “diariamente equipes de fiscalização são deslocadas aos pontos iniciais e finais das linhas para registro e verificação das partidas realizadas” e que “nessa administração foi implantado o modelo de Gestão Operacional pela Qualidade (GOpQ), um programa que utiliza as reclamações como ferramenta que possibilita ouvir os usuários sobre suas necessidades, que são convertidas em acompanhamento e melhoria contínua do sistema”.

Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano

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