Greve de ônibus na Grande Belém afeta um milhão de pessoas

Empresas querem 80% nos horários de pico

Continua impasse entre empresas de ônibus rodoviários. Companhias querem garantir frota mínima

ADAMO BAZANI

Com G1 Pará

Aproximadamente um milhão de pessoas têm sido prejudicadas na manhã desta terça-feira, 24 de maio de 2016, por causa da paralisação de motoristas e cobradores de ônibus em Belém, Ananindeua e Marituba.

A estimativa é do Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

Os rodoviários pedem reajuste de 15% nos salários, tíquete alimentação de R$ 600 por mês, pagamento de adicional de periculosidade para cobradores, motoristas e trabalhadores da área de manutenção, redução de jornada de trabalho de 7 horas para 6 horas diárias e convênio médico com hospitais.

A Setransbel – Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém informou que o atual valor da tarifa não possibilita o atendimento das reivindicações.

A entidade trabalhista entrou na justiça para garantir frota mínima em Belém.

Segundo Setransbel, a justiça do trabalho já havia garantido 80% da frota em Ananindeua e Marituba nos horários de pico, mas o percentual não está sendo cumprido.

A greve dos rodoviários em Belém foi decidida em assembleia na noite desta segunda-feira e em Ananindeua e Marituba, na última sexta-feira.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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