Metrô rompe contrato com Rede Ponto Certo

ponto certo

Máquinas da Rede Ponto Certo foram desligadas pela empresa. Metrô rompeu contrato. FOTO EPITACIO PESSOA/AE

De acordo com a Companhia do Metropolitano, o motivo foi o desligamento sem prévio aviso das máquinas de autoatendimento da recarga de Bilhete Único. Empresa diz que atitude do metrô é indevida

ADAMO BAZANI

O Metrô de São Paulo cancelou nesta sexta-feira um dos contratos com a Rede Ponto Certo, uma das responsáveis pelas máquinas de autoatendimento para recarga do Bilhete Único nas estações.

Outros três contratos da mesma prestação de serviço devem ser também anulados nesta semana.

A multa por esse primeiro contrato rompido é de R$ 177 mil, no entanto, somando os outros três contratos, a Rede Ponto Certo deve ser multada em aproximadamente R$ 508 mil.

O motivo, segundo o Metrô, é o desligamento das máquinas de autoatendimento para recarga do Bilhete Único, por parte da Rede Ponto Certo, sem prévio aviso. De 61 estações do metrô, 15 ficaram sem nenhum equipamento deste tipo.

Duas outras empresas prestam este serviço também, a ProData e Perto, que mantém os serviços normalmente.

A Rede Ponto Certo alegou que desligou as máquinas porque não recebia correção dos repasses feitos pela prefeitura, por meio da SPTrans, desde 2011.

A SPTrans por sua vez informou que estes repasses acompanhavam o valor das tarifas. A Rede Ponto Certo afirmou ainda “ser indevida atitude do metrô” de rescindir os contratos e que vai tomar as providências para contestar a decisão da companhia do Metropolitano.

Adamo Bazani,  jornalista especializado em transportes

7 comentários em Metrô rompe contrato com Rede Ponto Certo

  1. Quem é o proprietário desta empresa RedePonto Certo??

  2. Amigos, boa noite.

    É só utilizar o mesmo sistema de recarga de celular, nos caixas eletrônicos bancários e hipermercados.

    Não adianta ter tecnologia, se as mentes jurássicas não conseguem fazer o básico.

    Brasillllllllllllll…

    Att.

    Paulo Gil

    • É infelizmente há pessoas que não conseguem usar as máquinas por carência de conhecimento. Muitas pessoas que já estavam acostumadas em usar a tal maquina para recarga e sim ela fez muita falta. Há também o aplicativo para celular, mas o problema não é somente a falta de domínio em conhecimentos de informática e smartphones, mas há também a questão de segurança, pois numa cidade como essa, onde assaltos tem se tornado algo tão corriqueiro, nunca sabemos se voltaremos em casa com o celular e há muitos que tem medo das informações que ficarem armazenadas no aplicativo possam cair em posse de meliantes e usar contra nós, caso o aparelho seja roubado. Há também a segurança digital, com os ataques de hackers, também há aqueles que temem serem vítimas desses indivíduos, conseguindo informações valiosas através desse aplicativo por exemplo. Talvez esse seja o maior problema, pois sabemos bem que tudo que se faz na internet ou por aplicativos ficam armazenado informações pessoais que são perigosas quando caem em mãos erradas.

  3. Quem se prejudica e sempre o usuário.

  4. Não é a mente jurássica não Paulo Gil, é a falta de vontade de ajudar o povo mesmo, pois para as próprias vantagens, nunca há a mente jurássica!

    • Ricardo, boa noite.

      Entendi sua colocacao, entao vou completar meu raciocinio.

      Quem nao trabalha para resolver problemas para ajudar os outros e quem obtem vantagem para o proprio umbigo alem de ter mente jurassica e pobre de espirito.

      Um amigo meu diz, mais ou menos assim.

      “Ha pessoas que saem da pobreza mas a pobreza nao sai do espirito.

      Ainda bem que ha a morte e as novas geracoes estao ai com conceitos mais nobres em relacao ao coletivo.

      Att,

      Paulo Gil

Deixe uma resposta para Anisio Soares Cancelar resposta

%d blogueiros gostam disto: