Haddad diz que redução de frota de ônibus na Capital Paulista não está definida

Publicado em: 14 de maio de 2015

ônibus

Ônibus em São Paulo. Haddad diz que redução de frota com licitação ainda não foi definida. Foto: Adamo Bazani.

Haddad diz que redução da frota de ônibus na Capital Paulista não foi definida

Preocupação de motoristas e cobradores é com desemprego após a licitação dos transportes

ADAMO BAZANI – CBN

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, negou nesta quarta-feira, dia 13 de maio de 2015, que haja definição sobre a redução da frota de ônibus da Capital Paulista com a licitação do sistema que deve ser concluída neste ano.

Além de questões salariais, uma das maiores preocupações de motoristas e cobradores de ônibus, que paralisaram terminais na cidade na terça-feira, é com o desemprego.

A estimativa é de que dos atuais 15 mil ônibus, a frota seja reduzida para em torno de 11 mil veículos de transporte coletivo. Isso porque, estão previstas reformulações nas linhas, o que pode encurtar trajetos e consequentemente não haver a necessidade da mesma quantidade de ônibus.

Com a redução de veículos, também haveria um excedente de motoristas e cobradores. Haddad também aprovou lei neste ano que abre margem para ônibus de grande porte circularem sem cobradores

A SPTrans informou em nota que o emprego da categoria estará garantindo, com as vencedoras da licitação tendo de assumir a atual mão de obra. A gestora, no entanto, não explicou como vai obrigar as empresas a utilizarem estes profissionais e por quanto tempo mais depois da licitação eles devem ficar no sistema.

Haddad diz que ainda não há um parecer técnico concluído em relação ao assunto

“ A licitação ainda nem está na rua. Não é verdade que (a redução da frota está prevista). Não é verdade que isso esteja definido. Estamos fazendo estudos sobre isso” – disse o prefeito nesta quarta-feira.

Já os empresários de ônibus dizem que haverá cortes no número de veículos.

A licitação deve reorganizar as linhas da Capital. Veja neste link:

https://diariodotransporte.com.br/2015/05/13/sptrans-promete-que-licitacao-nao-vai-tirar-empregos-de-motoristas-e-cobradores/

Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

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Comentários

  1. Paulo Gil disse:

    Amigos, boa noite.

    Não precisa definir nada.

    O mercado já definiu, o buzão está em desuso, pois não atende as necessidade atuais.

    Espere o AEROTREM começar a funcionar de ponta a ponta, ai é que vai se usar
    o buzão menos ainda.

    Hoje utilizei o metro vermelho e o amarelo; depois para onde eu ia não tem buzão e o que tem não atende a contendo; além do mais onde eu ia descer tem uma gangue de menores com bicicletas que assaltam, então:.

    Metro + Metro + taxi e pronto.

    Buzão ? esqueeeeeece.

    Agora não adianta mais correr atrás do tempo perdido, não atendeu o mercado, o mercado já descartou.

    Att,

    Paulo Gil

    1. José Aníbal disse:

      Ônibus em desuso, Paulo Gil ???? Só se for no seu mundinho de conto de fadas. Mesmo com o monotrilho, que você como eleitor do Levy Fidelix insiste em chamar de aerotrem, ou com 500 quilômetro de metrô, haverá sim de ter bons serviços de ônibus. O dia que você conseguir colocar o seu aerotrem numa periferia onde não é possível fazer qualquer obra maior, o dia que você conseguir viver só de táxi ou metrô, aí você pode falar que o ônibus está em desuso. Caso contrário, o que você continuará a falar não passa de baboseira de entusiasta.
      Acorda para a realidade irmão.

      1. Paulo Gil disse:

        Jose Anibal, bom dia

        Eu uso a expressao AEROTREM pois esta ficou emblematica na campanha politica publictaria, so isso.

        Vou lhe fazer uma pergunta que muito provavelmente sua resposta vai confirmar se o buzao esta em desuso ou nao.

        Se voce precisar se deslocar do ponto A para o ponto B, distantes um do outro 15 Km (estou utilizando uma distancia mediana) e voce tivesse as 2 opcoes, o buzao e os trilhos.

        Voce iria de metro ou de buzao ??????

        Penso que voce iria utilizar os trilhos pois chegaria mais rapido e eu tambem utilizaria os trilhos.

        por isso digo que o buzao esta em desuso.

        Para pequenos deslocamentos piorou pois o zig zag das linhas do buzao inibem seu uso tambem.

        Concordo com voce que o AEROTREM, nao chegara em determinados locais mas num futuro pro imo a tendencia e chegar pelo me os perto, aumentando assim a rede de trilhos.

        Assim entendo que o buzao passar a ser buzinho para pequenos deslocame tos ate os trilhos mais perto.

        Isto tambe se deve ao fato que fazer corredor de buzao em Sampa, nao e tao simples assim sem enormes desapropriacoes.

        Entendo ser isso a tenden ia por varios motivos mas como voce bem sabe as coisas sao feitas de forma a visar lucro e nao praticidade e funcionalidade.

        Nao sou engenheiro nem projetista, mas observe duas coisas no metro amarelo:

        Esacadas sai do da plataforma e cruzamento de fluxo de passageiros e conexao lmetro amarelo X verde sub dimensio ada sem falar na muvuca das conexos a luz.

        Comprove voce mes l basta utilizar o metro amarelo e fazer as conexoes na paulista e na luz.

        por isso que eu digo que nem sempre a tecnica e colocada em primeiro lugar.

        Abcs

        Paulo Gil

  2. J disse:

    COMO, MEU DEUS DO CÉU !!??? REDUZIR A FROTA ????!!!! AVE MARIA!! FORA ! IDÉIA DE JIRICO!! TEM É Q AUMENTAR A FROTA E DIVERSIFICAR OS SERVIÇOS!! AS LINHAS!! GENTE DOIDA! EU HEIN!

  3. fabio maia ferreira disse:

    PIOR PREFEITO DE SÃO PAULO, SÓ ISSO!

  4. José Aníbal disse:

    Eu prefiro usar a 4310 que o Metrô principalmente em horários de pico. É mais confortável.
    você fala que corredor de ônibus gera desapropriação. Metrô e monotrilho não, imagina, eles brotam da terra. claro que o ônibus (não conheço buzão com z) tem de ir até onde está o trilho. mas acorda para realidade, rapaz. nem seu tataraneto quando for visitar sua tumba vai ver isso em São Paulo. Por isso, vamos melhorar os ônibus e avançar os trilhos no que for possível.
    Se você, Paulo Gil, defende tanto a mobilidade, deveria torcer para que o carro entrasse em desuso não o onibuz (assim dá para escrever buzão)

    1. Paulo Gil disse:

      José Anibal, bom dia.

      Perfeito, se a 4310 é mais confortável em horário de pico do que o metro vermelho, você esta certíssimo.

      O “meu” buzão é com “Z”, mas não se preocupe.com isso, o tema em pauta não é ortografia.

      Transporte sobre trilhos, na minha opinião, tem de ser feito por via aérea, igual o metro azul na Avenida Cruzeiro do Sul, mas lembre-se, na minha opinião..

      Nesse “modus operandi” do sistema de mobilidade e governo em todas as esferas, meu tataraneto não irá ver nada disso, mesmo se a licitação de Sampa sair (no 1o semestre de 2015) e a de todos os lugares que possuem contrato precário do buzão para serem regularizados .

      Além de ser um apaixonado pelo buzão, não tenho o menor problema em andar de buzão, até porque como sempre digo; ” a vida acontece no buzão” e adoro.

      Porém, com o crescimento de Sampa, só se usa o buzão por pura obrigação, pois em muitas ocasiões utilizar o buzão sai mais caro; sem considerar conforto, rapidez, custo, limpeza e tudo o que você com certeza já sabe.

      Não sou o dono da verdade, mas faça uma reflexão e olhe as questões do buzão, mobilidade, trilhos, corredores por outro ângulo.

      Enquanto continuarem a fazer linha de metro que passa por de baixo de um rio, onde a região é várzea e brejo e que caiu tudo (previsível), não vai sobrar verba nem para fazer uma linha de buzinhos entre o Parque do Ibirapuera Ana Rosa, por exemplo, para oferece um acesso fácil e rápido a uma das importantes áreas de lazer de Sampa.

      Essa linha de buzinho já devia estar em operação ha décadas e outras que permitiriam um aceso fácil a esta área de lazer tão importante de Sampa.

      E tantas outras ideias melhores do essa, mas infelizmente sao sempre as mesmas linhas e o mesmo zig zag o que pode ser util pro mundo todo, menos para os passageiros do buzão de Sampa.

      Abçs,

      Paulo Gil

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