Ex cooperativas querem mais repasses de Haddad

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As cooperativas do sistema local da Capital Paulista que agora se tornaram empresas para a nova licitação do transporte público cobram maiores repasses da prefeitura de São Paulo.
Os diretores alegam que após se tornarem empresas, houve um aumento de custos, em especial com direitos trabalhistas e impostos, mas que ainda recebem como cooperativas.
Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, essas diferenças podem chegar a R$ 360 milhões por ano.
Isso tem criado um impasse entre os ex perueiros e a administração Fernando Haddad.
A SPTrans diz que agora estas companhias têm vantagens em financiamentos que não contavam quando eram cooperativas.
Adamo Bazani

8 comentários em Ex cooperativas querem mais repasses de Haddad

  1. Otávio Felicio de Toldo // 26 de março de 2015 às 10:53 // Responder

    Não é verdade que está tendo mais facilidades de financiamentos. Pelo contrário, está tendo muito mais dificuldades, dado a instabilidade do sistema como um todo.

  2. HJ EM DIA …SÓ OS “EIKE BATISTAS” E OS “ABILIOS DINIZ” DA VIDA TEM FACILIDADES…Como a Prefeitura quer ser respeitada e q esses senhores nos respeitem se ela mesma desfaz deles?? Nos poupem !

  3. Mamaram muito tempo na teta do sistema. Tem perueiro que tem 3 ou mais carros na mesma linha, quando não tem mais carros em outras linhas do sistema. Eram cooperativas só de fachada. Muitos destes perueiros nem trabalhavam mais, colocavam terceiros para trabalhar em seus lugares. Sem recolher FGTS, INSS, deste terceiros que só recebiam os vencimentos (por fora), muitos contratavam jovens e até crianças (para cobradores). Funcionavam como empresas,( e deveriam recolher todos os impostos, como qualquer outra empresa) mas eram tratados como cooperativas, os funcionários não tinham nenhuma garantia e vantagens. Viviam apenas dos “salários” , e correndo os riscos das profissões (motoristas e cobradores). E os cooperados (empresários), dividem os lucros, sem se quer trabalhar um dia no mês. Agora estão reclamando?? Vai reclamar com o PAPA, amém.

  4. Já não bastam o que ele têm de repasse e não repassam aos usuários???…coletivos cheios de graxa, imundos, nojentos…. isso sem contar que seus motoristas, os ex-perueiros que viraram cooperativas, muitos deles com habilitação indesejáveis, fora a falta de educação desses motoristas cooperativados. Quem usa sabe como é, é só o SPTrans​,a Prefeitura de São Paulo​, ou as Zonas que usam a Sambaíba Transportes Urbanos​ fazerem uma pesquisa básica entre os usuários nos terminais da Zona Norte.

  5. Uma duvida . essas novas empresas terão ke ter que operar TB o serviço atende . como as empresas convencionais ke opera ??? Alguem sabe algo ?????? Brigado

  6. Concordo com a Laura e digo mais, são motoristas e cobradores que acham que fazem um favor em transportar pessoas. Não tem um mínimo de educação e respeito. Falam ao celular, fazem hora no meio do caminho, para acumular mais passageiros no ponto. Quando olham no retrovisor e vê que o outro carro da mesma linha está próximo, começam a dirigir igual louco, para o carro detrás não ultrapassá-lo, porque senão leva gancho. O cidadão paga a passagem e quer ser transportado com dignidade, segurança, respeito e ser tratado com educação. Tudo isso está fora da relação cooperativa e/ou novas empresas e passageiros. Para eles não passamos de bonecos (é o termo que eles usam, referindo-se a passageiros), Ao final da viagem eles comentam, “carregamos x bonequinhos nessa viagem”. Lamentável, e ainda querem aumento na remuneração???? vai pedir pro Bispo.

  7. João Ayrton Lambiase // 26 de março de 2015 às 19:12 // Responder

    Eles pecisam é ser mais educados, isso sim, é revoltante a forma com os motoristas tratam o passageiros, reclamar?, perca de tempo, o0800.770.5005, nem telefone atende.

  8. Bruno Quintiliano // 26 de março de 2015 às 19:40 // Responder

    E o custo dos cobradores, que as empresas tem e eles não?

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