Haddad estuda criar COMPANHIA MUNICIPAL DE TRANSPORTES COLETIVOS

ônibus

Ônibus antigo da CMTC. Haddad quer criar empresa pública de transportes para situações de emergência e linhas precárias.

Haddad cogita criar companhia municipal de ônibus
Frota pública seria usada em casos de greves de empresas e em linhas deficitárias
ADAMO BAZANI – CBN
Após o caos na manhã desta quarta-feira provocado pela paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus da Viação Itaquera Brasil que prejudicou cerca de 200 mil pessoas na zona Leste de São Paulo, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse em entrevista coletiva que cogita a possibilidade da criação de uma companhia municipal de transportes coletivos.
A empresa pública agiria apenas em situações de emergência, como a desta quarta-feira, e em linhas deficitárias, que não despertam interesse de empresas privadas ou cooperativas.
Segundo Haddad, a empresa Não funcionaria nos moldes da extinta CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos, que operava linhas regulares e gerenciava o sistema da cidade.
Para a criação da empresa pública será realizado um estudo que deve durar cerca de um ano.
Atualmente, em casos de problemas é acionada a operação PAESE – Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência, que usa ônibus de outras companhias.
Mas em muitos casos, o PAESE tem se mostrado insuficiente. Nesta quarta-feira, das 21 linhas da Itaquera Brasil/Novo Horizonte, que tem 288 carros, foram cobertas apenas cinco linhas com 65 veículos. Os ônibus da operação foram impedidos de circular pelos grevistas.
Haddad disse também que estuda descredenciar a Itaquera Brasil/Novo Horizonte e a Oak Tree, parada há cinco dias e que opera na zona Oeste.
Ele afirmou que as empresas recebem corretamente os repasses da prefeitura e que os passageiros não podem pagar por seus erros administrativos.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes e Elaine Freires, repórter da Rádio CBN

29 comentários em Haddad estuda criar COMPANHIA MUNICIPAL DE TRANSPORTES COLETIVOS

  1. Hipólito Rodrigues // 4 de setembro de 2013 às 21:12 // Responder

    Concordo que os usuários não podem pagar pelos erros administrativos, já que o repasse está em dia. Mas DUVIDO que a NH será descredenciada; Não é de hoje que está empresa é um lixo, motivos para descredenciamento não faltam, e até agora, nenhuma providência foi tomada, e a operação porca continua

  2. MARCOS NASCIMENTO // 4 de setembro de 2013 às 21:13 // Responder

    Sempre defendi a criação de empresas públicas de transporte para operarem em todas as principais cidades e capitais do Brasil nos moldes que o prefeito Fernando Haddad deseja! O problema é que ao longo dos anos as empresas públicas viram sim cabide de emprego e o empreguismo ainda reina na esmagadora maioria dos órgãos públicos municipais, estaduais e federais! E como? Ora bolas, basta apenas abrirem a caixa preta que é a estrutura do serviço público no Brasil com centenas e centenas de cargos comissionados, secretários, secretários-adjuntos, diretores, diretor do diretor e outros nomes pomposos que escondem cargos de cabide. Finda-se um mandato de apenas 4 anos ou 8 anos (caso um prefeito tenha sido reeleito) e entram novo prefeito e N secretários e os cargos de cabide são extintos e no lugar deles entram novos titulares desses mesmos cargos de cabide e que passam a funcionar com novos nomes!
    Com a nova CMTC não vai ser diferente, mas repito, a idéia de Haddad é excelente e nunca pensei que ouviria essa idéia de um prefeito, pena que os outros 5664 prefeitos do País não tem essa intenção e manterão tudo nas mãos da iniciativa privada e nas áreas desassistidas por elas simplesmente não haverá ônibus e pronto!
    Das 5665 cidades do Brasil em pelo menos 3000 delas não há qualquer tipo de transporte urbano oficial, são cidades pequenas, mas são cidades que não se tem interesse privado comercial.Nessas 3000 cidades uma CMTC seria algo fantástico, mas os prefeitos dessas cidades não querem porquê isso custa dinheiro que sai dos cofres públicos mas certamente se esses prefeitos tivessem essa visão de futuro iriam adiar em muitos anos os problemas de trânsito que já estão começando a ocorrer até em cidades pequenas. E justamente por não haver ônibus urbano como opção de deslocamento.
    Espero que a idéia de Haddad saia logo do papel e já a partir do raiar de 2014.

  3. Amigos, boa noite

    JÁ COMEÇOU MALLLLLLLLLLLL

    “Para a criação da empresa pública será realizado um estudo que deve durar cerca de um ano.”

    Um ano para criar a CMTCa ?

    Não será pouco tempo ?

    Quero ser motorista na CMTCa, só vai trabalhar nas emergências.

    Ôooooooooooo vidão. Kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Companhia Municipal de Transportes CABIDÃO – CMTCa

    Quem anda pra trás é caranguejo, vamos pensar pra frente.

    Aliás pensar é um verbo que o Estado não consegue mais utilizar, nem nem uma esfera.

    O Buzão de Sampa está errado, portanto ao invés de criar “muleta” (CMTCa), para continuar
    a TAPAR BURACO, por que não PENSAR onde está o ERRO e corrigir o “modus operandi”

    Reflitam.

    Aos viúvos da CMTC, a saudade vai acabar ela está quase ressucitada, mas se tudo der certo ainda vai demorar UM ANO , Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Att,

    Paulo Gil

    • A criação de uma nova empresa pública é, no mínimo, complexa. Os tempos mudaram e muito desde o fim da CMTC. Não se trata simplesmente de conseguir um espaço, comprar uma porrada de carros e contratar operadores.

      Isso exige muitos estudos de viabilidade, operação, administração, projeção e execução. Para tal complexidade, um ano de estudos é consideravelmente pouco. Empresas, secretarias e órgãos não nascem do dia para noite.

      Outro detalhe é a criação dessa empresa em específico é apenas uma possibilidade. Não foi definida, é apenas uma ideia e pode ou não ser continuada. Paralelamente a isso há estudos de outras soluções.

  4. Rodrigo de Freitas Andrade // 4 de setembro de 2013 às 22:53 // Responder

    Eu tenho nojo desse Paulo Gil, pode me tirar deste blog mas desabafei…
    Eu que moro em uma região onde nenhuma empresa ou “cooper-empresa” quer operar porque só pensam em operar linhas de hiper demanda, com passageiros além da porta ou comprimidos pelo “7zip”, com o mínimo de gasto operacional, MAMANDO TAMBÉM NAS TETAS DO PODER PÚBLICO COM REPASSES POR TODOS OS LADOS, uma Empresa Pública de Transportes seria o ideal.
    E as empresas tão defendidas por alguns tipos de busólogos (não todos) também são umas sugadoras do dinheiro público, então porque não ter uma operadora que garanta o transporte para a população, sobretudo para as mais carentes de transportes?
    O prefeito aproveitou uma boa idéia vinda de seus parceiros políticos do PSB, que hás muitos anos defendem a criação de uma Empresa Pública de Transportes.
    Para os ignorantes é bom frisar:
    Não é uma Nova CMTC e sim uma Empresa Pública de Transportes que garante o atendimento de transporte coletivo onde as empresas concessionárias e permissionárias não querem operar.
    Uma Empresa Pública de Transportes é perfeita pra operar linhas desativadas injustamente que foram forçadas na base da retaliação na operação pelas concessionárias e permissionárias a queda de demanda até a desativação caso das linhas:
    342X-10
    3759-10
    312A-10
    312A-41
    3221-10
    3726-10
    3156-10
    3156-51
    3091-10
    3062-10
    Fora aquelas linhas cujas alterações descaracterizaram a real função da linha e hoje batem lata caso recente da linha 3409-10, ou as tentativas de reativação já fadadas ao fracasso, devido a constante retaliação da operadora na operação da linha, como no caso da linha 4034-10.
    Todas estas situações, além da cobertura em caso de greve fazem motivos mais que plausíveis para a criação de uma Empresa Pública de Transportes, garantindo atendimento decente de transporte público à população.

    • Sr. Rodrigo de Freitas Andrade, boa noite.

      Este Blog trata do assunto de transporte coletivo sobre rodas e democraticamente o espaço é aberto para se comentar sobre o mesmo assunto.

      Não se discuti aqui “pessoas físicas”.

      O senhor devia ter nojo é de utilizar em Buzão imundo como é maioria e não de mim.

      Já há 2 empresas públicas de transporte SPTrans e EMTU, o pelo que é de conhecimento público e notório, ambas deixam a desejar, e olha que nem veículos possuem.

      Lembre-se que vivemos num mundo capitalista e mesmo empresa pública não é instituição filantrópica; portanto na hora de fechar o balanço, até empresa pública irá abortar linha deficitária – não se iluda.

      O que tento fazer por intermédio dos meus comentários, é trazer reflexões sadias e modernas, para que possamos ter um transporte sobre rodas ATUALIZADO.

      Caso o senhor não teve a oportunidade de ver “in loco” o corredor de Uberlândia, por gentileza assista o filme que eu linkei aqui no Blog ou veja pelo Youtube, ai o senhor compreenderá aonde eu gostaria de chegar.

      O mundo muda a cada segundo, até a Kombi que foi um produto com mais de 50 anos de mercado, não será mais produzida, portanto se empresa pública de transporte fosse bom, a CMTC ainda existiria; o que ocorre é que transporte não é atividade fim do Estado, seja em nível Federal, Estadual ou Municipal.

      Reveja seus conceitos e atualize-se e principalmente passe a respeitar os seres humanos.

      O Sr, pode, deve e tem o direito de divergir das minhas idéias, opiniões e sugestões, mas o senhor também tem o dever de respeitar minha pessoa, mesmo não gostando das minhas ideias.

      Educação cabe em qualquer lugar, até aqui no Blog.

      Att,

      Paulo Gil

    • Rodrigo acrescenta a linha 3032 (circular carrão) que alteraram o itinerario para beneficar a empresa e quem mora na região da Av. Aricanduva, ficou sem ônibus para o terminal carrão, nestes casos não veja outra solução tem que voltar a CMTC simmmmmm, pois a Sptrans vem aleijando a zona leste desde o governo Kassab, e este governo esta dando sequencia a esta politica covarde, de pode tudo par beneficiar as empresas.

    • E a 3405-10 também…

    • Certamente você não é o único que se espanta com comentários sem fundamentos e piadinhas desnecessárias dessa pessoa.

  5. ENTUSIASTA DA CMTC. // 4 de setembro de 2013 às 23:04 // Responder

    VOLTA CMTC, será que nossa campanha está dando certo??? A CMTC voltando, seria a oportunidade de haver novas possibilidades de melhoras de serviço, a CMTC faz falta, e não sou um dos viúvos da CMTC, apenas entusiasta para que volte em respeito à aqueles que trabalharam nela por anos.

  6. Gilson Vieira Silva // 5 de setembro de 2013 às 11:24 // Responder

    Bom dia! Olha, não interessa o nome, o importante é o poder público gerenciar e operar, pelo menos, 50% do sistema. Que seja uma empresa pública, com participação da sociedade civil em suas decisões, isso é que importa! Falam tanto da CMTC, mas queria aqui fazer uma sugestão para o Adamo: Colocar na ponta do lápis o que foi o processo de privatização da CMTC e quanto o poder público está gastando em subsídios com as empresas privadas de ônibus! Abraços!

    • PELA VOLTA DA CMTC // 6 de setembro de 2013 às 00:23 // Responder

      Amigo Gilson Vieira Silva

      Concordo contigo que se tem que colocar na ponta do lapis o gasto em Subsídios e o custo de se formar uma nova CMTC.

  7. eu sou a favor da volta da CMTC,eram boas as épocas em que ela operava,locais onde os empresários não queriam operar com seus Gabrielas e Amélias de motor dianteiro,os fabulosos monoblocos O362,O364,O365 e o O371 davam conta do recado nas regiões menos favorecidas!!!

  8. Quando publicaram a matéria do Estadão sobre o tema no Face, reclamaram do fato do jornal colocar a intenção do prefeito como um projeto já em execução… Dissemos então que querer não é fazer… Principalmente porque pelas palavras do prefeito, os erros e acertos da existência da CMTC não foram muito levados em conta em sua intenção… Também se nota uma grande confusão entre a parte de operação e a de regulação do sistema, ou seja, a ideia parece manter um problema já existente…

    A ideia não é nova, já foi proposta pela Marta e pelo Tatto, mas cabe perguntar se os esforços para criação de uma nova empresa pública de transportes não seriam melhor aplicados na implantação da tarifa zero… Talvez a empresa pudesse ser um caminho para isso, e não apenas uma socialização dos prejuízos…

  9. Sergio Santo André // 5 de setembro de 2013 às 16:03 // Responder

    Saudosismos à parte, tbm não sou a favor de uma volta da “CMTC”. Seria simplesmente uma SPTrans com veículos prá cuidar. Sem ônibus ela já não desenvolve, imagine tendo que administrar veículos…um caos total. A minha opinião é que se faça as gerenciadoras trabalharem !!!! Vejam a situação da EMTU com relação a EAOSA. Por que não se toma uma atitude ??? E a SPTrans, precisava esperar esse tempo todo para descredenciar a empresa ???? E falando em SATrans de Santo André, onde moro ?? Ela gerencia o que afinal ??? o Terminal Vila Luzita está um caos, o terminal Santo André Oeste támbem nem se fala. Sim eu sei que o terminal é gerenciado pela EMTU / Metra, mais um motivo para os ônibus municipais estarem na situação precária que se encontram dentro do terminal. No horário de pico não existe mais espaço para colocar ônibus, então, prá que que serve a SATrans ???? Só prá empregar fiscais segurando pranchetas ????? E a AETC-ABC então ???? Deveria se chamar “Clube do Baltazar”. O que precisa é colocar esses caras para trabalhar !!!!!!!!!!!!

    • Sergio Santo Andre, boa noite.

      Perfeito, muito bem colocado, de pleno acordo.

      Já pensou a fiscalizadora com uma frota própria…

      Será que ela iria se auto multar ??

      Abçs,

      Paulo Gil

  10. Interessante, imaginaram a possível volta da CMTC ??

  11. PELA VOLTA DA CMTC // 6 de setembro de 2013 às 00:25 // Responder

    Sérgio Santo André, CADA CIDADE TEM SUA REALIDADE, é isso que tem que ser levado em consideração, e uma cidade como SÃO PAULO tem que se ter uma CMTC sim.

    • Não concordo. O Kassab deu 2 bilhões para o metro. O Haddad quer colocar ônibus em todos os lugares, mas esse animal deveria investir no metro. Ele pegou 7 bilhões da Dilma e vai usar a maior parte para pintar o chão e chamar de faixa esclusiva. Ele deveria esquecer que é do PT e fazer uma parceria com o governador (Atualmente do PSDB). Por exemplo, o custo médio (no Brasil) do metro é de 170 milhões por quilometro. Com 7 bilhões é possível construir 40 quilômetros de metro. Hoje, todas as linhas de metro juntas têm 74 km. Com apenas 7 bilhões é possível construir metade do que temos hoje. Nasci em São Paulo, mas não aguento mais viver aqui. Se eu tivesse oportunidade eu iria embora.

  12. Em minha humilde opinião penso que a volta da CMTC nos moldes que era antes não seria possível visto que as razões para seu fechamento e privatização deveu-se á um contexto politico economico no qual já não era mais viavel sua existencia. Porém vale lembrar que é possível sim recria-la em outros parametros no qual essa empresa nova a começar pelo nome não se chamaria CMTC, era ela terá que ser um empresa bem enxuta e livre da questão politica se não vira cabidão de emprego mesmo e por outro lado a frota dela não será própria e sim terceirizada mesmo e adivinhem quem lucrará com isto amigos…..Pois bem basta a gente pensar um pouco pra perceber que isso também pode servir por exemplo utilizar frotas reservas das empresas sem que seja acionado o PAESE, pois muitos desses veiculos seriam mesmo alugados pelo poder publico junto as mesmas empresas que atuam na cidade.

    • Roberto, boa noite.

      Ótimo comentário.

      Mas “empresa bem enxuta e livre da questão politica”, isso é impossível, pode anotar ai.

      O problema é um só; se não der lucro, nada funcionará nem privada e nem pública.

      A vida é uma matemática, não adianta se ter ilusão, até instituição caridade têm de ter seu balanço fechado positivamente, senão…

      Sem contar que há necessidade de trabalho, trabalho e trabalho e ai nínguém se habilita.

      É como eu digo:

      “Todo mundo quer comer a macarronada no Domingão, mas lavar a louça ninguém quer”

      Infelizmente essa é a realidade.

      Mas quem sabe um dia haverá uma evolução dos terráqueos.

      Na minha opinião a questão PAESE não passa de uma muleta e ainda por cima uma muleta trincada.

      Hoje temos letreiros eletrônicos com led´s e agora pouco vi aqui na Vila um Buzão com o letreiro PAESE, ai eu te pergunto pra onde vai esse Buzão.

      Nem pra programar a linha nova que o Buzão está cobrindo ninguém quer ou é capaz, ou só quer fazer oba oba com o nome PAESE.

      Passei por outro Apachezinhi Baleadaço e na placa lateral esta escrito (xerox) PAESE 7725.

      Adianta ser alfabetizado ? Pra onde vai on PAESE 7725.

      Eu sei pois eu fui o criador da 7725, mas no mais eu também bóio.

      Só a fiscalizadora sabe, mas o passageiro tem de consultar um pai de santo ou uma cartomante.

      E por a vai a comédia do Buzão de Sampa.

      O mesmo RELAXO todo santo dia.

      Abçs,

      Paulo Gil

  13. Rolland T. Flackphayser // 7 de setembro de 2013 às 07:29 // Responder

    A Companhia Municipal de Transportes Coletivos não existe mais, nem voltará. Esse novo cabide de empregos da PTralhada só servirá para sugar mais e mais do erário público sem resultados palpáveis assim como os cerca de 38 ministérios do desgoverno Dilma, além da Cia de transporte sobre trilhos de alta velocidade, que até agora, sem nem ter colocado um só dormente no chão, não queimou mais de 1 milhão de reais. O que teria que ser feito mas a PTralhada bandida não quer nem saber é fiscalizar e administrar o transporte público da cidade. Que o dinheiro que poderá ser gasto a fundo perdido (literalmente) nessa empresa de faz de conta, seja utilizado para ajudar a financiar o Metrô por exemplo.

  14. O Haddad cogita criar companhia municipal de ônibus como deve ser o nome da Companhia Municipal de Onibus? Na minha opinião deve se chamar Transporte Coletivo de São Paulo TCSP e ainda deve se ter uma frota de trolebus no lote 9

  15. CMTC volta volta volta volta volta……. pelo menos a CMTC dar valor aos seus funcionários.

  16. Estamos precisando muito de um prefeito que faça isso aqui na minha cidade, Joinville, SC, mas é difícil de isso acontecer, pois quase todos os prefeitos e vereadores se vendem para as duas empresas que existe, e assim se mantém o monopólio.

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