Tatto defende Cide para ônibus e que estudantes com mais recursos paguem passagem inteira

ônibus

Ônibus em São Paulo. Secretário municipal dos transportes, Jilmar Tatto, diz que as pessoas que usam carro devem colaborar com os deslocamentos de massa. Ele também defende que estudantes com maior poder aquisitivo paguem tarifa inteira. Foto: Adamo Bazani

Jilmar Tatto diz que dono de carro deve ajudar a financiar os transportes públicos.
Para secretário dos transportes, estudantes com maior poder aquisitivo poderiam pagar passagem inteira
ADAMO BAZANI – CBN
Pesquisas internacionais de diversos órgãos revelam que as pessoas que se deslocam de carro pelas cidades, individualmente, ocupam ao menos 10 metros quadrados do espaço urbano e poluem cerca de 17 vezes mais do que as pessoas que se deslocam de transporte coletivo.
A conta é simples. Um carro em média leva uma ou duas pessoas. Um ônibus convencional, sem grande aperto, pode transportar 80 pessoas. Assim, pode substituir entre 40 e 80 carros de passeio.
No entanto, a maior parte dos investimentos nas cidades é feita de maneira pouco inteligente ainda privilegiando o transporte individual. Entre os problemas que fazem com que as pessoas não deixem o carro em casa, estão ônibus que ficam presos no trânsito, sem terem uma rede de corredores e espaços exclusivos, sistemas mal planejados e que não priorizam os deslocamentos em massa que deixam as tarifas altas, e uma carga tributária sobre as passagens praticamente igual à de roupas e bolsas de grife.
A grande parte das passagens, integrações e gratuidades é bancada exclusivamente pelos passageiros pagantes.
Como o usuário de ônibus aproveita melhor o espaço urbano (ocupa 1,5 metro quadrado) e polui menos o meio ambiente, não seria justo ele continuar arcando sozinho com a mobilidade urbana.
Assim, cresce a movimentação de gestores públicos e especialistas em transportes para quem anda de carro ajude um pouco mais nos sistemas de deslocamento em massa.
E para isso, não é necessário criar mais um imposto.
Basta usar melhor os que já são cobrados, como a Cide – Contribuição sobre Intervenção do Domínio Econômico.
O chamado imposto da gasolina deveria ser destinado à conservação de estradas.
Mas como boa parte da frota de carros particulares roda pelas áreas urbanas, as propostas são de uso de pelo menos uma fatia da Cide para investimento em transportes coletivos, como para aumento de subsídios para redução nas tarifas ou verbas para a abertura de corredores e faixas para ônibus. Afinal, de acordo com os estudos de urbanismo e mobilidade, o dono do carro usa mais área na cidade.
A proposta voltou a ser defendida hoje.
O Secretário Municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, durante a inauguração de faixas para ônibus nos horários de pico entre as pontes Aricanduva e das Bandeiras, na Marginal Tietê, seguiu o discurso do seu superior, prefeito Fernando Haddad, e disse que o usuário do carro deveria ajudar a financiar os transportes públicos.
“Acho que quem devia pagar e financiar o transporte público é o usuário do transporte individual. É uma tese”, disse Tatto enquanto vistoriava o primeiro dia das faixas exclusivas para ônibus na Marginal do Tietê. “A Prefeitura tem condição de arcar sozinha com os custos do transporte? Parece-me que não, até porque neste ano ela já vai gastar R$ 1,25 bilhão em subsídios.” – disse em entrevista coletiva.
Tatto ainda disse que a cada dez centavos que possam sair da gasolina, é possível reduzir trinta centavos de uma tarifa como a de São Paulo
“Tem um estudo que a cada dez centavos que você cobra da gasolina equivale a 30 centavos da passagem de ônibus. E do ponto de vista inflacionário incide mais sobre inflação o aumento da passagem de ônibus que o aumento da gasolina. Só é preciso transformar o foco da Cide. Em vez do superávit primário, deveria servir para o transporte público.” – complementou ao defender a criação de uma lei federal para que fossem destinados recursos da Cide para as cidades.
Tatto reconheceu na coletiva que o espaço na cidade de São Paulo não é democrático.
“O usuário do carro usa um espaço além do espaço dele, usa muito mais espaço no viário.”.

SECRETÁRIO DEFENDE QUE ESTUDANTE COM DINHEIRO PAGUE PASSEM INTEIRA:

Sobre gratuidades e benefícios tarifários, Tatto deu uma declaração polêmica.
Ele disse que não é justo que estudantes com condições financeiras paguem meia tarifa. Essa meia gratuidade, segundo ele, é bancada por passageiros comuns que muitas vezes têm renda menor que diversos estudantes
“Não me parece ser correto, embora seja uma conquista de todos, mas aqueles que têm dinheiro, que têm condição de pagar a passagem, passagem de graça penaliza ou o trabalhador que está dentro do ônibus ou penaliza toda a cidade. Então, me parece que quem tem condições de pagar a tarifa, deveria pagar”, afirmou Tatto.

Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

14 comentários em Tatto defende Cide para ônibus e que estudantes com mais recursos paguem passagem inteira

  1. Rapaz!… Olha… Dá vontade de perder a compostura e dizer umas barbaridades pra um mau informado néscio e idiota como como esse Sr. Jilmar Tatto! Tinha mesmo que ser mais um “desinstruído” do (no) PT! PQP… A quanto e quanto e quanto tempo todos nós que lidamos na área do trânsito e transporte público estamos mostrando isso através de todos os meios possíveis de comunicação, e só agora é que ele conseguiu visualizar isso? Ele não assisti TV, não ouve rádio, não lê Jornais, não tem internet?… Na NET ele ele não observa os sites e blogs que tratam sobre trânsito que faz parte de seu dever? Por que só agora ele se deu conta que os automóveis ocupam muito espaço, contribuem com a poluição, transportam menos pessoas, contribuem com a falta de espaço, etc etc etc? Só agora, em 2013, no século XXI é que se apercebeu que deve haver uma campanha direcionada a uma utilização mais consciente do transporte público?… Ah!… Lógico!… VAMOS CRIAR MAIS UM IMPOSTO PARA OS MOTORISTAS DE CARROS DE PASSEIO… OBAAA! “$$$$$”.

    • Luiz Carlos Campos, boa noite.

      Se alguém, em algum dia na história desse país (parafraseando o ex Presidente), fizer o sistema de Buzão de Sampa funcionar com qualidade e respeito, eu pago o imposto dos motoristas de carro de passeio e ainda deixo o carro em casa e me desloco somente de Buzão.

      Mas do jeito que as cousas estão indo e como isso não vai acontecer nem em 2099, eu só vou pagar o imposto; mais um né? e obrigado né?.

      Abçs,

      Paulo Gil

    • Dr. Protesto da Silva // 18 de junho de 2013 às 01:07 // Responder

      Olha, podem me criticar, mas o Secretário Tatto, está mais coerente hoje do que à 10 anos atrás. Parabéns ao secretário Tatto,a grande verdade, alguém paga as gratuidades, nada sai de graça por exemplo se o Antônio Ermírio quiser tomar o ônibus para algum lugar, ele pode pegar sem pagar, o mesmo que o idoso pobre, então, quanto aos estudantes, seria interessante também se fizesse assim com os idosos também quem pode pagar, que pague e ponto final não podemos ser hipócritas, é muita gratuidade e ninguém revela a fonte de onde vem a verba para cobrir as gratuidades,é fácil andar de graça, mas e os custos ???? Ninguém diz como cobrir os custos, e quanto à CIDE desde que o dinheiro vá para a melhoria do transporte coletivo, TÁ VALENDO.

      abraços cordiais
      Amigo Adamo Bazani

      • Dr.(?)… “Nada é Realmente de Graça”!… Há pessoas, idosos por exemplo, que creem piamente que seu “Direito a Gratuidade” é devido a já terem pago muitos impostos referente ao transporte público no passado, de modo que agora que já chegaram a uma certa idade, eles tem fazem jus a esse benefício. Entenda que sinceramente e pessoalmente não me oponho a isso, minha mãe é usuária desse benefício e isso é uma “benção” para ela, mas a verdade é que alguém paga e esse “alguém” são os demais passageiros pagantes. Na Planilha que as empresas de Transp. Público enviam á Prefeitura solicitando um reajuste no valor da tarifa, lhes é permitido acrescentar um valor “X” referente a uma certa porcentagem que representa exatamente um valor que compense essa gratuidade. Considero isso justo, concernente a s empresas terem “algo que possa contrabalançar o deficit”. SE essa compensação fosse concedida pelo Governo o valor do Transporte Público, não pesaria tanto no bolso do usuário, mas o Governo, que não é bobo, preferiu transferir essa compensação entre os usuários. Isso nada mais é do que uma simples “manobra” ardilosa que na verdade é copiada até por empresas privadas de outros segmentos. Quem não sabe quem “banca” a gratuidade dos Idosos, dos Portadores de Restrição de Mobilidade, Agentes Militares, Agentes dos Correios, Crianças menores de 5 anos, etc, é porque esteve todo esse tempo desinformado por não pesquisar, pois há uma vasta gama de informações neste sentido espalhadas pelos meios de comunicação. Entendo sua “revolta”, aceito e respeito suas observações, mas há “certas coisas” que não cabem nesta matéria, não são oportunas para este momento e uma tentativa de explicar, primeiro, seria muito extensa e segundo, seria difícil as pessoas entenderem e aceitarem que estão sendo engenhosamente persuadidas (persuasão conectiva), manipuladas e usadas, além de esfoladas. E pra explicar que o Transporte Público poderia e tem condições de ser Totalmente Gratuito para TODOS, seria para a maioria das pessoas uma utopia. Isso é possível sim, mas se for implantado, quem perderia não seriam os proprietários dessa empresas de ônibus e sim “determinados” líderes municipais, inclusive uns e outros que são defendidos por pessoas do povo. Sabe Dr. (?)… resumindo, independente de eu ou o Sr. ou outra pessoa qualquer estar certa ou errada, no fundo no fundo a verdade é uma só….. “Isso Tudo É Uma Nojeira”!
        Só mais uma coisinha… Meu primeiro comentário não tem nada contra a gratuidade, etc… É na verdade um desabafo. O Sr. Jilmar Tatto, é um jovém e certamente tem lá suas qualificações para estar onde se encontra, só não concordo com que ele venha a público apresentar algo como sendo a “solução” e dando a entender que ele descobriu o “ovo de Colombo”, sendo que tudo o que ele disse já foram dito por tantos outros e inclusive neste blog onde nos encontramos. Seria mais honesto da parte dele se ele disse algo mais ou menos assim: “Estive pesquisando, procurando “uma luz no fim desse túnel”, e encontrei diversas matérias sugerindo a mesma coisa… Achei viável, interessante, funcional, prática e vou estar apresentando um projeto voltado para isso… etc etc etc”. Trânsito e Transporte É Um Transtorno, Mas Não É Intransponível!… Um Abraço.

      • Luiz Carlos Campos, boa noite.

        Sábias as suas palavras.

        Abçs,

        Paulo Gil

  2. Quanto a questão da gratuidade e benefícios tarifários, quero lembrar que se tratam de Direitos Adquiridos… E foram elaborados justamente pra incentivar, incrementar, motivar e facilitar (dentre outras coisas) o acesso á Educação. Ir na contramão disso é desincentivar, desmotivar e dificultar o acesso á Educação… Já não bastam Lula, Dilma, Tiririca e outros que não estudaram? Querem emburrecer também os nossos filhos, as crianças do Brasil?… Daqui a pouco vão querer tirar a gratuidade do pessoal dos CORREIOS, dos Jovens que prestam Serviço Militar (TG, Exército), dos militares (pois ganham bem segundo o governo alega). Se for seguir essa linha de raciocínio medíocre, então também teriam de cobrar passagem das pessoas Portadoras de Restrição de Mobilidade e dos Idosos, pois muitos desses ganham uma óóótima aposentadoria (conforme imaginam os governantes de olho nessa grana deles) e muitos ainda estão trabalhando apesar de suas limitações físicas e de idade, “de modo que deveriam contribuir com o Trânsp. Público”, etc… Ora! Faça-me o favor!… SUGESTÃO: Faça um projeto retirando a IMUNIDADE PARLAMENTAR… OBRIGANDO A TODOS OS POLÍTICOS A UTILIZAREM O ÔNIBUS (como acontece na Suécia),.. PROJETO PRA TRANSFORMAR OS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO EM ESCOLAS DE PRIMEIRO MUNDO (ao invés de estádios de futebol)… Vou fazer uma sugestão que pessoalmente me parece bem legal… Que tal construírem prédios e/ou condomínios para policiais pra eles e seus familiares possam ter mais e maior segurança? Sim, porque muitos deles residem em comunidades de altíssimo risco e perigosidade pra si mesmos pro seu cônjuge, para seus filhos, pais, etc… Pense nisso!… Tem tanta coisa realmente boa e proveitosa pra ser feita e que pode ser feita ao invés de ficar prejudicando quem realmente contribui para o crescimento deste país, que são os trabalhadores e os estudantes. Basta deixar o egocentrismo partidário, a avareza pessoal, o ideal de poder e domínio de opressão e voltar-se para a nação como povo. Simples Assim!

    • Luiz Carlos Campos, boa noite

      De pleno acordo. Assino embaixo.

      Só uma observação e com todo respeito aos PNE´s.

      Uma cadeira de rodas ou um cão guia ocupam 2 lugares no Buzão; acho que o
      Sr. Secretário esqueceu de fazer essa continha básica, pois não são só os carros
      que ocupam mais espaço na cidade.

      Abçs.

      Paulo Gil

  3. Adamo, a gente não entendeu essa do Tatto… Estudantes com mais recursos devem pagar passagem inteira… É a mesma lógica que usam para defender a cobrança de mensalidades nas universidades públicas… Complicado…

  4. Amigos, boa noite.

    Vou respirar fundo e começar o comentário passo a passo; pois esse post foi um chute.

    Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

    Conforme consta no post acima:

    1) “Assim, cresce a movimentação de gestores públicos e especialistas em transportes para quem anda de carro ajude um pouco mais nos sistemas de deslocamento em massa.
    E para isso, não é necessário criar mais um imposto.”

    Gestor público na área de transportes precisa é TRABALHAR com a massa encefálica, só isso; lembrando que o especialista para criar impostos são os tributaristas.

    2) “O Secretário Municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, durante a inauguração de faixas para ônibus nos horários de pico entre as pontes Aricanduva e das Bandeiras, na Marginal Tietê, seguiu o discurso do seu superior, prefeito Fernando Haddad, e disse que o usuário do carro deveria ajudar a financiar os transportes públicos.”

    Isso comprova e ratifica o que eu disse no item 1 supra, pois com um secretário que dedica seum tempo para inaugurar “corredor a lá Paulo Gil”, é o fim da picada se considerarmos o montão de problemas basiquinhos que o Sistema de Buzão de Sampa.

    Devia ter aproveitado o tempo e ter dado uma inspeção na Parada Comendador .Martinelli 275
    Corredor Inajar Rio Branco, para comprovar o relaxo da Subprefeitura da Lapa com o pavimento e o calçamento da parada.

    3) “Sobre gratuidades e benefícios tarifários, Tatto deu uma declaração polêmica.
    Ele disse que não é justo que estudantes com condições financeiras paguem meia tarifa. Essa meia gratuidade, segundo ele, é bancada por passageiros comuns que muitas vezes têm renda menor que diversos estudantes”

    O senhor secretário está desinformado e muiiiiiiiiito mal assessorado.

    INCONSTITUCIONAL E ILEGAL, ALÉM DE FERIR ALGUNS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS.

    Vou dar o link, e não vou cobrar assessoria, dê uma lida no artigo 5o da CF/88.

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

    Não adianta criar imposto, taxa ou tarifa, ou usar parte ou toda a CID se a PMSP , SMT e SPTrans não trabalharem e continuarem no mundo do “FAIZ DI CONTA”

    Num comentário anterior eu já criei a TOM a TAXA do OTÁRIO DO BUZÃO.

    Eliminem as inúteis catracas e seu monte de ferro retorcido ao seu redor.

    Façam trabalhos úteis.

    Eu vou começar a fazer uma pesquisa “in loco” e vou medir qual o tamanho útil dos corredores de cada tipo de carroceria do Buzão e fazer um comparativo.

    Quem tiver a medida útil do corredor de um Caio Amélia (O Buzão de verdade), por favor postem aqui no Blog se o Adamo permitir é claro, mas creio que ele aprova sim.

    Não devia, mas vou dar mais uma ideia para o Buzão de Sampa a qual será mais uma que com certeza ficará para a história do Buzão de Sampa.

    Se vão usar eu não sei, acredito que não, afinal foi o Paulo Gil que sugeriu e quem é ele não é mesmo, vamos lá.

    E tem mais essa ideia é PREVISÍVEL, vamos lá.

    1) Os corredores de Buzão de Sampa para dar certo daqui pra frente, (seja novo ou reformado) terão de ter plataformas altas.

    2) A altura da plataforma devera ser a mesma altura de uma carroceria com o interior totalmente reto, como é um carro rodoviário (não haverá mais a saliencia das rodas.

    Buzão de degrau alto interno, chega, NUCA MAIS.

    3) O Buzão a ser utilizado nesses corredores terão de ter filas únicas de bancos, somente no lado da janela, deixando um corredor com uma boa distância;

    4) Não haverá mais catracas nos Buzões;

    5) Tem de haver sistema sonoro (com uma voz feminina mega hiper bluster e agradável informado o nome da próxima parada [por exemplo: Din Don, Parada Santo Atraso].

    Poderá também fornecer informações complementares de cada Parada, por exemplo Cartório Eleitoral, Loja “X”, Forró do Samba, Museu do Buzão e tantas outras referências, principalmente as de uso e costumes dos passageiros.

    6) A maldita campainha deverá ter um som mega hiper bluster agradável, oriunda de uma pesquisa científica para que não irrite tanto o piloto e o cobrador.

    7) Nos pontos deverá haver uma cavidade e sobre esta cavidade uma grade reforçada (como as do Metrô, para que não haja empoçamento de água e nem que os passageiros sejam submetidos aquele tradicional banho porcão conhecido de todos nós.

    8) Todo ponto de Buzão deverá ter aquela borracha que o metrô esta usando entre a plataforma e o trem, assim terá entre a plataforma e o Busão.

    Bom tenho mais ideias, mas como eu não fui convidado para a inauguração do corredor a lá Paulo Gil, vamos ficando com essas principais.

    Afinal alguém tem de trabalhar e pensar coisas novas para o Buzão de Sampa, né.

    OBS.: Encarroçadoras fiquem atentas; Marcopolo, essa é a chance de vocês venderem em Sampa, apresentem o primeiro protótipo e logo, qualquer coisa me chamem, eu transfiro a tecnologia a “breçinha camarada”.

    Sei que vocês já estão cansado desta frase, mas neste momento não poderia ser outra; no próximo eu insiro uma nova sabia citação.

    Assim encerro este comentário, com as sábias palavras de RUI BARBOSA.

    “Há tantos burros mandando em homens de inteligência que às vezes fico pensando que a burrice é uma Ciência”.
    Ruy Barbosa

    Att,

    Paulo Gil

  5. Corrigindo:

    Onde está escrito TOM, leia-se TOB – Taxa do Otário do Buzão.

    Complementando:

    No horário do rush deverão circular Buzões articulados SEM NENHUM BANCO, com tarifa especial,por exemplo a R$ 2,90.

    Já vou avisar aos críticos.

    Não estou tratando passageiro como sardinha, muito pelo contrário, será mais confortável viajar
    no horário do rush num Buzão sem banco e com uma tarifa promocional do que num Apachezinho baleadinho e com banco.

    Quem achar que não compensa espera o Buzão de trás que terá bancos, será um sim um não.

    Att,

    Paulo Gil

  6. Só quero adicionar mais um detalhe do comentário acima – Numa dessas matérias sobre mobilidade urbana já foi mostrado o exemplo na China , onde nos horários normal , os passageiros até se sentam , mas conforme os trens vão enchendo as pessoas que estavam sentadas vão ficando em pé e os bancos são recolhidos , esse sistema que nós já temos aqui para os cadeirantes , eu falo daquele banco que fica encostado na lateral do ônibus e quando entra alguém com o cadeirante , então ele abaixa e usa , quando sai o banco recolhe , mas lembrando que aqui a idéia é até boa , mas será que quem já está sentado vai se levantar para caber mais gente ?

    • Marcos, boa noite.

      Bem lembrado, outro dia até estava pensando em algo parecido, mas ai ouvi ou li em algum lugar isso ai que você falou.

      Mas sabe como é né:

      Manutenção não existe, portanto todos os bancos ficarão quebrados ou capangas.

      A galera senta nos bancos dos preferenciais e nem se levantam para ceder o lugar para quem de direito imagina se vão levantar para caber mais gente, NUNCA.

      Por isso é que a minha ideia e sem banco mesmo, pois ainda não atingimos esse patamar de educação e evolução, só daqui a mais uns milênios e olha lá.

      Mas, para não dizerem que sou pessimista podemos tentar, nada contra, é sempre bom termos provas em mãos.

      Mas para mim, mais um resultado Previsível.

      Mas é isso ai, legal, novas ideias são sempre bem vindas, valeu.

      Abçs,

      Paulo Gil

      • Marcos, esqueci de um detalhe.

        Eu tenho uma saída para essa questão.

        Esses assentos como você falou, pode ter um sistema de trava controlado pelo piloto.

        Ai, no horário de rush o piloto trava tudo e o Buzão fica com os bancos levantados encostados nas laterias (“sem” banco), exceto os bancos dos preferenciais.

        Que tal ? Achou uma boa ?

        Ideias não faltam, o que falta é trabalhadores para colocá-las em prática.

        Abçs,

        Paulo Gil

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