China desenvolve ar condicionado que evita contaminações nos ônibus

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Ônibus em Xangai e ciclista com máscara do lado. A cidade chinesa foi pioneira a usar nos aparelhos de ar condicionado dos ônibus fios de cobre e latão nos trocadores de calor em vez de alumínio. Os resultados dos estudos de dois anos mostram que o cobre no ar condicionado reduz em 99% as cargas de bactérias e de fundos , diminuindo os riscos de contaminação. Pesquisa norte-americana mostra a vantagem do cobre por suas propriedades que impedem o desenvolvimento de micro-organismos.

Xangai usa ar condicionado com cobre e inibe ações de bactérias em ônibus
Fios de cobre em vez de alumínio reduzem em 99% os riscos de infecções de passageiros e motoristas
ADAMO BAZANI – CBN
Um estudo inédito do SCDC – Centro Municipal de Xangai para Controle e Prevenção de Doenças (traduzindo para o Português) encontrou uma forma de reduzir substancialmente os riscos de doenças ocasionadas por fungos e bactérias que se alojam em sistemas de ar condicionado de ônibus.
O número de doenças respiratórias preocupava as autoridades locais que descobriram que boa parte do contágio se dava da seguinte maneira: uma pessoa infectada entrava no ônibus e por sua respiração, os vírus ou bactérias que as acometia se instalavam no ar condicionado. Os micro-organismos se proliferavam nos aparelhos que distribuíam para o interior do ônibus ar contaminado que era inalado pelos demais passageiros.
Após dois anos de pesquisa, entre 2010 e 2012, com base em sistemas de refrigeração de hospitais, os chineses desenvolveram para ônibus um tipo de aparelho de ar condicionado que em vez de os tradicionais fios de alumínio possui fios de cobre e latão que podem reduzir em 99,99% a carga de bactérias e em 99,74% a de fungos nos trocadores de calor do ar condicionado do ônibus.
Um estudo da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, também comprovou a eficácia do cofre ao inibir a proliferação de micróbios por conta de suas características.
Fios de alumínio em sistema de ar condicionado de ônibus podem fazer criar um ambiente de proliferação em todo o sistema em até quatro semanas.
O cobre antibacteriano já é usado em superfícies de contato freqüente, como maçanetas e corrimões.
Xangai foi a pioneira, no entanto, a testar este tipo de material em ônibus.
O Instituto Robert Koch, de Berlim, na Alemanha, desenvolveu um estudo que mostra os riscos de contaminação por doenças transmitidas pelo ar em transporte público por conta da duração da exposição no mesmo ambiente e proximidade entre os passageiros.
Segundo o Instituto, os estudos da China e dos Estados Unidos auxiliam no caminho para uma redução dos níveis de contaminação por parâmetros técnicos.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Vitor disse:

    Se os empresários mão de vaca daqui já não investem em aparelhos comuns imagina com radiador de cobre….kkkkkkkkkk nem aqui, só na china!

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